Mulher que agrediu a prima diz que ela invadiu sua casa e nega compras no nome da mĂŁe da vĂ­tima

A mulher disse que registrou um Boletim de OcorrĂȘncia online sobre a situação

Por Redação Contilnet 20/03/2024 Atualizado: hå 2 anos

Uma das envolvidas no caso da agressĂŁo denunciada ao ContilNet na manhĂŁ desta quarta-feira (20), procurou a reportagem do site para dar sua versĂŁo dos fatos e explicar o que a levou a agredir sua prima.

De acordo com a mulher, na noite do acontecido, segunda-feira (18), a sua prima teria invadido a sua residĂȘncia sob efeito de entorpecentes e teria empurrado seu filho de apenas 10 anos. Ao ver a cena, o irmĂŁo mais velho da criança, um adolescente, agarrou a suposta invasora e foi quando teve inĂ­cio a agressĂŁo.

Agressao

A mulher agredida teria invadido a residĂȘncia de sua prima/ Foto: Reprodução

“Ela veio na segunda-feira na minha casa, sob efeito de drogas, dizendo que veio buscar os pertences da mãe dela, sendo que os irmãos dela já tinham levado tudo. Então, ela entrou e foi embaixo da minha casa para pegar o cano do banheiro. Ela empurrou meu filho de 10 anos e quando ela fez isso, meu outro filho, de apenas 14 anos viu e segurou ela”, conta.

A mulher ainda negou que tenha feito compras no nome da mĂŁe da vĂ­tima apĂłs sua morte, hĂĄ cerca de um ano. Ela afirmou que cuidava de sua tia, que morava em sua casa antes de morrer.

“Eu tinha dito para a minha tia se como ela tirar um armĂĄrio, um liquidificador e forninho para mim, e ela disse que sim. NĂŁo tem nem como eu ter tirado essas coisas apĂłs a morte dela, pois a minha tia faleceu em Porto Velho, e para vocĂȘ fazer uma compra tem que ter o documento da pessoa e ela tem que assinar, nĂŁo tinha como minha tia assinar nada depois de morta”, relatou.

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Ela disse, ainda, que registrou um Boletim de OcorrĂȘncia Online contra suas primas, em razĂŁo das acusaçÔes, e afirmou ter sido ameaçada. “Se elas estĂŁo tĂŁo certas, porque ao invĂ©s de registrar um Boletim de OcorrĂȘncia foram atrĂĄs de marginais para invadir a minha casa?”, indagou.

A mulher disse que chegou a chamar a polícia, mas que quando os agentes chegaram ao local, disseram que não poderiam conduzir as duas à delegacia pois se tratava de um caso de família e aconselharam que elas tentassem se resolver acerca da situação.

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