Sem Bittar e Bocalom, ato bolsonarista pró-anistia em Copacabana, no Rio, começa a ser realizado

Bolsonaristas acreanos disseram que não vão ao ato por causa das cheias que vêm desabrigando centenas de milhares de acreanos; Bolsonaro diz que quer um milhão de pessoas nas areias de Copacabana

Multidão em Copacabana se mobiliza em defesa da anistia aos envolvidos nos eventos de 8 de janeiro/Foto: Reprodução

A orla da praia de Copacabana, no Rio de Janeiro, nesta manhã de domingo (16), já está tomada por manifestantes que atenderam aos convites, feitos insistentemente desde o início do mês pelo ex-presidente Jair Bolsonaro, através de suas redes sociais.

Diversas autoridades, como os governadores Cláudio Castro (PL), do Rio de Janeiro, Tarcísio de Freitas (Republicanos), de São Paulo, Jorginho Mello (PL), de Santa Catarina, e Mauro Mendes (União), do Mato Grosso, estarão na manifestação. Em suas manifestações, o ex-presidente dizia que quer ver pelo menos um milhão de pessoas nas areias de uma das praias mais famosas do mundo.

Ainda no início da manhã, Bolsonaro compartilhou uma foto nas redes sociais ao lado dos quatro governadores. “Juntos pela anistia aos presos políticos!”, escreveu o ex-presidente na legenda da imagem publicada em seu perfil no X.

Outras personalidades, como o líder do PL na Câmara dos Deputados, Sóstenes Cavalcante (RJ), os filhos de Bolsonaro, deputado Eduardo Bolsonaro (PL-SP) e senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), e o presidente nacional do PL, Valdemar Costa Neto, também devem estar presentes.

O senador Márcio Bittar (União Brasil-AC) e o prefeito de Rio Branco, Tião Bocalom (PL), dois dos políticos acreanos mais entusiastas do bolsonarismo, não estarão presentes na manifestação, embora tenham sido previamente convidados.

Ambos declinaram dos convites, segundo eles, por causa da enchente do rio Acre que vem desabrigando centenas de famílias na Capital e no interior, onde há registros de cheias de outros rios. O ato bolsonarista previsto para ocorrer também na manhã de hoje, também por causa da enchente, foi desmobilizado, segundo revelou o organizador da manifestação, o secretário municipal de direitos humanos João Marcos Luz. “Podemos fazê-lo em outra data”, disse o ex-vereador.

Assista o vídeo:

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