Solange de Souza (nome fictício), de 33 anos, tinha uma vida comum. Mãe, esposa e trabalhadora, a paulista estuda pedagogia e atualmente atua como coordenadora de recepção. Nos últimos meses, ela percebeu que o hábito de apostar no “Tigrinho” a colocou em uma situação desesperadora.
“Comecei a jogar por brincadeira, apostando baixo, por curiosidade mesmo, quando lançou. Minhas apostas antes eram apenas na lotérica, mas valores pequenos como R$ 2”, conta. No entanto, atualmente, a dívida chega a R$ 100 mil. Ela deve a bancos, pessoas e agiotas.

Hugo Barreto/Metrópoles
