Durante visita institucional do prefeito de Rio Branco, Tião Bocalom, ao presidente da Assembleia Legislativa do Acre (Aleac), Nicolau Júnior, e aos demais deputados, na manhã desta terça-feira (24), os políticos falaram sobre as eleições de 2026.
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O encontro aconteceu no gabinete da presidência da Casa, com a presença dos deputados Eduardo Ribeiro, Chico Viga, Luiz Gonzaga e Afonso Fernandes, além do chefe da Casa Civil da Prefeitura de Rio Branco, Valtim José.
Bocalom e Nicolau já foram apontados, nos bastidores da política, como possíveis candidatos ao Governo nas próximas eleições.
Questionado sobre a possibilidade de disputar o Palácio Rio Branco, Nicolau disse que é candidato à reeleição.
“Eu sou candidato à minha reeleição. […] O que estamos fazendo aqui é trabalhar essa aproximação para o desenvolvimento do Acre”, afirmou.
Bocalom disse que acredita na união da direita para definir uma chapa.
“Não estou com dúvida nenhuma. Como o governador tem dito, como o senador Márcio Bittar tem dito, não tenho dúvida nenhuma. Nós somos um grupo da direita, de direita. Portanto, vamos continuar unidos”, explicou o prefeito.
Sobre a candidatura da vice-governadora Mailza Assis, Bocalom disse que ela “está correta ao ir atrás de um sonho”.
“Eu acho que a senadora Mailza, hoje vice-governadora, é um grande nome, é uma pessoa muito sincera, dedicada e inteligente. Então, ela está correta em correr atrás de um sonho; ela tem o sonho de ser governadora, como qualquer um tem o direito também. Então, acho que nada mais justo do que ela está fazendo”, afirmou.
“Com relação a mim, quero dizer que fui eleito como prefeito de Rio Branco. Pretendo cumprir meus quatro anos. Evidentemente, lá na frente tudo se conversa. O mais importante disso tudo é que todos tenham a oportunidade de se apresentar. E temos diversos nomes dentro da direita”, acrescentou.
Bocalom confessa que tem o sonho de ser governador.
“A intenção de ser governador sempre existiu. Nunca deixei de lado; todos sabem que fui candidato a governador três vezes. Então, é evidentemente o que sempre tive. Mas não porque queria ser governador pelo fato de ser governador, e sim para mostrar como se consegue gerir a coisa pública, como fiz em Acrelândia. Como lá é uma cidade muito pequena, não teve muita repercussão. Então, queria ter uma oportunidade maior. A oportunidade maior que Deus me deu, que o povo me deu, foi ser prefeito de Rio Branco. Para mim, hoje, já me sinto realizado com esse sonho que tinha de mostrar que, quando cuidamos bem da coisa pública, os resultados são bons”, finalizou.

