Quatro anos após seu lançamento, o Pix já se firmou como o principal meio de pagamento no Brasil, presente no cotidiano de 73% dos brasileiros, segundo a pesquisa inédita “Brasilidades – Quantos Brasis cabem no Brasil?”, realizada pela MindMiners. A ferramenta de transferências instantâneas do Banco Central foi criada em novembro de 2020.
Além de promover agilidade e praticidade nas transações, o Pix vem sendo apontado como um importante vetor de inclusão financeira. Com mais de 156 milhões de pessoas físicas e 15,2 milhões de empresas cadastradas, o sistema supera com folga os tradicionais cartões de débito (60%), crédito (53%) e o uso de dinheiro em espécie (42%).
“O protagonismo do Pix reflete uma mudança de comportamento importante, especialmente entre os mais jovens e microempreendedores. A simplicidade da ferramenta — que dispensa maquininhas e taxas — tem sido determinante para impulsionar pequenos negócios, ampliar o acesso ao sistema bancário e estimular a digitalização da economia”, afirma Murilo Rabusky, diretor de Negócios da Lina Open X.
Pix 2.0
A consolidação do Pix como principal meio de pagamento no Brasil impulsionou o desenvolvimento de novas funcionalidades. Em breve, a população poderá contar com o Pix por Aproximação, o Pix Automático — ideal para pagamentos recorrentes como mensalidades e assinaturas — e o aguardado Pix Parcelado, previsto para setembro de 2025.

