A morte de Juliana Marins, de 26 anos, foi confirmada nesta terça-feira (24/6), após quatro dias desaparecida em uma área de difícil acesso nas proximidades do vulcão Rinjani, em Lombok, na Indonésia. A jovem carioca estava em um mochilão pela Ásia e escorregou durante uma trilha, caindo em um penhasco com cerca de 300 metros de profundidade.

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Antes do acidente, Juliana vinha registrando momentos da viagem em suas redes sociais. Em uma das postagens mais emocionantes, publicada no dia 27 de maio, ela compartilhou detalhes de uma chamada de vídeo com os pais e a irmã:
“Hoje liguei pra eles chorando de saudade. Terminei a ligação com um sorrisão no rosto, rindo das bobeiras dos meus pais, e com uma paz no coração por ter vindo ao mundo nessa família”, escreveu. “Ah, e claro que minha irmã teve que sair no início da conversa porque tinha que entrar numa reunião”, completou.
Morte confirmada após dias de buscas
Juliana caiu em uma vala no último sábado (21/6) e aguardava resgate desde então. A equipe de salvamento, acompanhada por representantes da Embaixada do Brasil, só conseguiu alcançar o local nesta terça-feira, quando constatou que ela não havia resistido.
A informação foi divulgada pela família por meio do perfil oficial criado nas redes sociais para atualizar o público sobre o caso.
“Hoje, a equipe de resgate conseguiu chegar até o local onde Juliana Marins estava. Com imensa tristeza, informamos que ela não resistiu. Seguimos muito gratos por todas as orações, mensagens de carinho e apoio que temos recebido”, dizia a nota oficial.
Juliana estava acompanhada de outros turistas no momento da trilha, contratada por meio de uma empresa local. As más condições climáticas dificultaram os esforços para o uso de helicópteros. Nos últimos dias, drones com sensores térmicos foram usados para localizá-la, e imagens captadas no dia anterior mostraram a jovem imóvel.
Natural de Niterói (RJ), Juliana já havia visitado Tailândia e Vietnã durante o mochilão. A última etapa da viagem seria na Indonésia.
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🖊 Matéria adaptada pela ContilNet com informações do portal Metrópoles.
