Após visita de Lula, Gladson defende união com o governo federal: “Construir pontes, não derrubá-las”

Segundo o governador, Lula já foi convidado para participar das entregas das primeiras unidades habitacionais no estado

Em entrevista ao ContilNet, durante o Festival do Açaí, em Feijó, o governador Gladson Camelí voltou a defender a importância da parceria entre o Acre e o Governo Federal, enfatizando que o momento atual exige cooperação e diálogo.  Ele afirmou que não pretende alimentar divisões políticas.

A declaração acontece dias após encontro recente com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva durante agenda oficial no estado do Acre, realizada no dia 8 de agosto. O chefe do Executivo afirmou que a presença do presidente no estado será sempre bem-vinda.

Gladson e Lula durante evento no Acre/Foto: Diego Gurgel

“Nós precisamos dessa união. O estado do Acre, ele não está numa situação confortável que ele possa estar virando das costas para o presidente da República. Eu não vou fazer isso. Eu quero que ele volte quantas vezes ele quiser, é muito bem-vindo. Eu preciso que ele venha aqui”, disse.

VEJA MAIS: Ao lado de Lula, Gladson mostrou ser um estadista e que governar exige pontes, não muros

Segundo o governador, Lula já foi convidado para participar das entregas das primeiras unidades habitacionais, fruto de parceria entre os governos estadual e federal. “Convidei ele já para, nas próximas entregas das unidades habitacionais, para que ele esteja ao meu lado, para que possamos entregar para a população as primeiras unidades habitacionais, que é uma parceria Governo do Estado e Governo Federal. A mesma coisa que eu tenho dito para os prefeitos e para os meus secretários, converse com todos os prefeitos, tenha esse diálogo aberto”, revelou.

Ao comentar sobre sua postura política, o governador reforçou que busca superar divergências e manter o foco em resultados para a população. “Eu sou estadista, eu não tenho problema com ninguém. As pessoas que têm problema comigo, eu não tenho problema com ninguém. O que eu quero é construir pontes, não derrubá-los”, concluiu.

PUBLICIDADE