Quem é o padre condenado a 26 anos de prisão por estupro de coroinha

Por Metrópoles 27/08/2025

Na sentença publicada na última sexta-feira (22/8), a 1ª Vara da Comarca de Penápolis, no interior de São Paulo, condenou em 1ª instância um padre do munícipio a 26 anos e oito meses de prisão pelo crime de estupro, cometido ao longo de cinco anos contra um coroinha.

O padre Antônio de Souza Carvalho, de 67 anos, é mais conhecido como Toninho e começou sua atuação na Paróquia Sagrada Família, em Penápolis, em 2001.

Adobe Express file 2025 08 27T090947.578 14 imagensPadre Antônio de Souza Carvalho atuou na paróquia Sagrada Família em Penapólis, onde os abusos aconteceram Ele ainda pode recorrer da pena em liberdade, segundo a decisão da 1ª Vara da comarca de Penapólis, publicada na última sexta (22/8)Segundo a Diocese de Lins, responsável pela paróquia, o padre já foi afastado de suas funções e um processo penal foi instauradoFechar modal.logo metropoles brancaAdobe Express file 2025 08 27T090947.578 11 de 4

Padre de Penapólis, no interior de São Paulo, foi condenado a 26 anos de prisão por estupro de um coroinha

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Padre Antônio de Souza Carvalho atuou na paróquia Sagrada Família em Penapólis, onde os abusos aconteceram

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Ele ainda pode recorrer da pena em liberdade, segundo a decisão da 1ª Vara da comarca de Penapólis, publicada na última sexta (22/8)

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Segundo a Diocese de Lins, responsável pela paróquia, o padre já foi afastado de suas funções e um processo penal foi instaurado

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Segundo a Diocese de Lins, ele atuou como pároco na Nossa Senhora Rainha dos Anjos, em Reginópolis, interior paulista, ao longo de quase dez anos, e foi transferido em 2023 para a região de Luziânia.

O padre ainda consta no quadro da diocese. Apesar disso, em nota, o bispo de Lins, João Gilberto de Moura, que assinou a nota da diocese, afirmou que ele já foi afastado de suas funções.

O crime do padre

Segundo o processo, o padre Antônio abusou sexualmente do coroinha ao longo de cinco anos, entre 2009 e 2014. O crime começou quando a vítima se mudou e passou a frequentar a paróquia Sagrada Família, em Penápolis.

O sacerdote, de acordo com o relato da vítima, que tinha 13 anos à época, passava a mão em seu corpo e tentava beijá-lo. O coroinha denunciou apenas após atingir a maioridade, pois tinha medo e via o padre como uma “figura divina”.

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Interrogado durante a audiência de instrução e julgamento, Antônio negou as acusações e afirmou que era conhecido por suas “demonstrações de carinho”. Um processo penal administrativo já está em curso para apurar a situação.

A reportagem buscou a defesa do religioso, mas não a localizou. O espaço permanece aberto.

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