“Professora vigarista” é presa pela 4ª vez por furtar cartões

Ex-professora temporária é alvo de mandados; polícia acha cartões de terceiros em casa e aponta série de furtos em academias

Por Redação 05/09/2025

Thallyta Silva Almeida, 29 anos, foi presa nesta sexta-feira (5/9) pela quarta vez, investigada por furtar cartões de crédito em academias do Distrito Federal e usá-los para compras. A ação foi conduzida por policiais civis da Seção de Investigações Gerais (SIG) da 33ª DP (Santa Maria), que cumpriram mandados de prisão e de busca e apreensão. Na residência da investigada, cartões em nome de outras pessoas foram apreendidos.

“Professora vigarista” é presa pela 4ª vez por furtar cartões

Imagem cedida ao Metrópoles

Imagens de câmeras de segurança registraram Thallyta dentro de uma academia vasculhando armários enquanto frequentadores treinavam. Segundo a polícia, ela visava carteiras e cartões, usados na sequência para compras rápidas.

Prisão recente e prejuízos

Em 30 de julho, Thallyta foi detida pelo 26º BPM (PMDF) em um shopping. No carro dela, os policiais encontraram dois cartões furtados e nota fiscal de bijuterias — uma das vítimas relatou prejuízo de R$ 2 mil. Na ocasião, foi levada à 20ª DP (Gama), e outros três cartões foram localizados em sua casa. A investigação aponta ainda furtos de cartões na Smart Fit (Asa Sul) e na Evolve (Santa Maria).

Histórico de casos

  • 26 de junho: presa por furto mediante fraude (1ª DP/Asa Sul). A polícia apurou que ela fotografou cartões de colegas na Escola Classe 308 Sul e os usou para compras online.

  • 2024: presa e levada à 15ª DP (Ceilândia Centro) por tentativa de estelionato; no celular, havia fotos de cartões das vítimas. Em buscas, peças de roupas foram apreendidas e devolvidas às lojas.

Segundo depoimentos coletados ao longo das apurações, a investigada teria pago mensalidades de academia com cartões furtados. Relatos também descrevem um padrão de consumo ligado a marcas específicas (Live, Under Armour, Farm, Adidas, entre outras). Nas redes sociais, Thallyta se apresenta como historiadora e pedagoga (UnB) e exibe viagens e rotina fitness, comportamento que a polícia descreve como de “dublê de rica”.

O caso segue em investigação pelas delegacias responsáveis, com análise do material apreendido e identificação de novas vítimas.

📌 Fonte: Metrópoles
✍️ Redigido por ContilNet

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