Paris Jackson usou os stories do Instagram para comentar a morte do influenciador Charlie Kirk e, no mesmo desabafo, contou que é marcada por “psicopatas” em fotos da autópsia de seu pai, Michael Jackson, que morreu aos 50 anos após uma overdose acidental de anestésicos. A artista prestou solidariedade à família de Kirk e criticou o assédio on-line.
Segundo Paris, seu objetivo não é transformar o tema em disputa política, mas falar sobre empatia. “Como alguém que é marcada online nas fotos da autópsia do meu pai por psicopatas, sinto muito pela esposa e pelos filhos [de Charlie Kirk]. Ninguém deveria ter que passar por isso”, escreveu. Ela acrescentou que não precisa concordar com posições ideológicas para lamentar a violência e seus efeitos: “Meus pensamentos e orações estão com eles”.

Instagram/Reprodução
O relato de Paris reacende o debate sobre assédio digital e limites éticos na circulação de conteúdos sensíveis. Filha de um dos maiores ícones da música, ela já falou outras vezes sobre como lida com boatos, teorias conspiratórias e mensagens de ódio que circulam nas redes, muitas vezes explorando a memória do pai para gerar engajamento.
Michael Jackson morreu em 2009, em Los Angeles, e desde então imagens e documentos ligados ao caso se tornaram alvo de exploração mórbida na internet. Organizações e especialistas em segurança digital orientam que vítimas de ataques desse tipo denunciem publicações, bloqueiem perfis e, quando possível, acionem autoridades por violação de privacidade e dignidade.

Stories do Instagram de Paris Jackson.
Fonte: Metrópoles
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