Acreana de 20 anos marca presença em todas as passarelas da semana de moda de Milão; confira

Confira a coluna da jornalista Beth Passos

A semana de moda de Milão parou o mundo para mostrar o que será tendência nos próximos seis meses. A belíssima acreana Bianca Martinello, de 20 anos, marcou presença em todas as passarelas representada pela agência NASS Model.

Aniversariante de setembro, Susie Elizabeth Lamas celebrou a chegada dos 54 anos apresentando uma bela trajetória de vida.

Além do serviço público, ela criou sua própria empresa de treinamentos, lançou dois livros — um deles premiado pelo Ranking Brasil — e passou a integrar a maior liga de Mulheres Escritoras em prol de vítimas de violência.
Com o segundo livro, foi homenageada pela Câmara de Vereadores do Estado de São Paulo ao lado de 49 mulheres coautoras. Também lançou o prêmio no Acre, tornando-se closer de vendas de palestrantes de várias referências no Brasil. Fez parcerias com institutos em São Paulo, pelos quais realiza treinamentos diferenciados para líderes e equipes, com a coleção exclusiva “Jogos da Descoberta”, disponível apenas para os estados do Acre e Rondônia.

O aniversário da jornalista Kelly Kley foi celebrado com encontro de amigos no Bahrem Burger & Grill, em Rio Branco.

A bacharel em Design de Moda e estilista acreana Dheymm Morais – pós-graduada em moda e sustentabilidade – apresentou sua coleção Renascer no primeiro workshop promovido pelo Sebrae/Acre para empresas locais.

A educadora Sílvia Estela Favale arrancou a folha do calendário com um belo ensaio fotográfico.

A ACOS – Associação dos Colunistas Sociais do Acre realizou confraternização dos aniversariantes de agosto com um jantar especial no restaurante Point do Pato, preparado pela chef Socorro Jorge.

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Online

  • O decreto que ampara os filhos vítimas de feminicídio no Acre entrará em vigor no início de 2026, impulsionado pelo aumento alarmante da violência contra a mulher.
    O Estado ocupa o segundo lugar no Brasil em assassinatos de mulheres, o que reforça a urgência de leis mais severas contra criminosos que agem de forma cruel e confiam na brandura da Justiça.
    Ao menos para angariar votos nas próximas eleições, senhores políticos acreanos, defendam a integridade física e mental das mulheres.

  • Uma mulher jovem ter a vida ceifada diante das filhas é uma dor imensa de saber — imagine viver essa experiência. Cuidemos uns dos outros.

  • Discurso histórico: o de Edson Fachin em sua posse como presidente do Supremo Tribunal Federal. Suas palavras despertam esperança de que a instituição retome o papel de colegiado — compromisso reafirmado em diversos trechos — e deixe de ser constituída por “onze ilhas”. A conferir!

  • Quando o pobre entra no orçamento e o rico no imposto de renda, o país ganha em dignidade.

  • O Parlamento brasileiro, as Assembleias Legislativas e a Câmara Distrital seguem totalmente divorciados dos interesses do povo.

  • D. Elizabeth, terapeuta:
    “Ah, Beth! Não dá pra viver nesse (novo) mundo sem tomar um remedinho.”
    Ai, meus sais!

  • Pintou mesmo um clima na ONU?!

  • Tratamos o Instagram como álbum de fotografias, mas esquecemos que é comércio, business. É como uma avenida movimentada em uma grande cidade, com os perigos que isso traz.
    Cabe refletir: expor crianças nessa “cidade” serve a quem?
    Em tempos de inteligência artificial, o que pode acontecer com a minha foto, a sua foto e a do seu filho? Dá um desânimo, não é? Pois é.

  • “Ligue-se no som das torneiras que roncam, na descarga dos banheiros, nos latidos dos cachorros, no vento que bate na janela, nos grilos, nos sapos, no tom dos motores dos carros… Tudo é som!” — Hermeto Pascoal

  • Os encontros de Donald Trump terminam como Chamberlain saiu do Tratado de Munique: iludido e como figura coadjuvante.

  • Alguns temas mobilizam fortemente a sociedade e, devido à polarização, há sempre dois extremos absolutamente convencidos de que sua versão é a correta.
    Independentemente de que lado estejam, evitem verdades absolutas — a menos que tenham prova irrefutável de que se trata da verdade.

Assim, na disputa entre pauta de costumes versus pauta identitária, esqueçam o chavão “mulher XX, homem XY”.

Em termos de sexo biológico, há mais de uma centena de variações genéticas. Algumas são incapacitantes, outras têm pouquíssimas repercussões físicas e são diagnosticadas tardiamente.

São raras, é verdade, mas essas pessoas existem.

Portanto, ao criticar alguém ou um grupo por suas escolhas sexuais, evitem o velho chavão “mulher XX, homem XY”.

Primeiro, porque escolha nada tem a ver com genética.

Segundo, porque a premissa está equivocada. Entre as inúmeras variações conhecidas, há, sim, homens XX e mulheres XY.

  • Ipês amarelos, rosas e alguns brancos
    Após longo e tenebroso inverno,
    as cores e os calores florescem.
    Ainda no primeiro dia de outubro,
    um lapso de momento.
    Bem-vindas, flores e amores.
    O inverno se vai, a primavera ainda acontece por aqui.

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