A polêmica envolvendo Marcela Tomaszewski e Dado Dolabella ganhou novos desdobramentos neste fim de semana. Após o término do relacionamento, o ex-casal trocou novas acusações nas redes sociais, com direito a vídeos, áudios e relatos conflitantes sobre supostas agressões.
Em uma das gravações divulgadas por Marcela, é possível ver sangue no chão do quarto onde o casal discutia. O vídeo mostra ainda Dado tentando retirar o celular da mão da modelo, enquanto ela reage tentando impedir que ele grave.

Reprodução/Redes sociais
Nas redes sociais, a Miss Universe Gramado 2026 afirmou ter deixado o Brasil por medo do ex-namorado e relatou episódios de perseguição.
“Saí do país por MEDO. Todo dia ele parava o carro do lado da minha casa e falava que queria ver como eu estava”, escreveu Marcela, atualmente em Mônaco.
Ela ainda disse que Dado insistia para que ela gravasse um vídeo assumindo culpa pela briga:
“Ficava falando que eu precisava fazer um vídeo dizendo que bati nele porque fiquei alterada, e que era pra eu ficar calma, que íamos ficar juntos. Acordei antes que ele fizesse algo pior.”
Defesa de Dado Dolabella
No domingo (9/11), o ator apareceu ao lado da advogada Mara Damasceno e compartilhou registros da discussão, além de um áudio de Marcela contando, em tom agressivo, sobre um relacionamento anterior.
“Diante de informações imprecisas, vou disponibilizar, com verdades e provas, trechos de registros que ajudam a esclarecer o contexto. Sem ataques, sem ofensas, apenas fatos verificáveis. Reafirmo meu repúdio à violência e minha confiança na Justiça”, afirmou Dado.
“Me senti usada”, diz Marcela
Em entrevista à colunista Fábia Oliveira, Marcela disse que se sente “usada” pelo ator e agradeceu por ter encerrado a relação a tempo:
“Posso sair como a doida, mas pelo menos me livrei cedo, antes de acontecer algo pior. Às vezes, a gente fica cega — e não é de amor. É porque acreditamos que as pessoas podem mudar.”
A modelo encerrou dizendo que está em processo de reconstrução pessoal e que acreditou no lado bom de Dado.
Fonte: Metrópoles / Coluna Fábia Oliveira
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