Homem de 98 anos revela por que ainda trabalha 3 dias por semana

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Ron Gibbons, um veterano da Segunda Guerra Mundial de 98 anos, ainda trabalha três dias por semana, cumprindo turnos de seis horas no centro de jardinagem em uma loja em Nova York (EUA). Conhecido como Sr. Ron, ele afirma que “quem descansa, enferruja”. Por isso, gosta de levantar bem cedo todos os dias.

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Gibbons começa o dia às 5 da manhã e registra sua entrada no trabalho uma hora depois. Ele contou à revista People que gosta muito de trabalhar no centro de jardinagem, onde pode interagir com clientes e outros funcionários.

“Continuo voltando ao trabalho porque vejo muitas pessoas aposentadas que não fazem nada e acabam definhando. Isso me dá a oportunidade de manter a mente ativa, praticar atividades físicas e fazer algo. Gosto de trabalhar com pessoas e aprecio o que faço”, revelou o idoso.

Imagem das mãos de um idoso segurando uma bengala; a mão esquerda tem uma aliança de ouro - Metrópoles

Após quase duas décadas no mesmo local, Sr. Ron disse que os clientes sempre o procuram quando estão na loja. “Há dois meses, eu estava conversando com um casal, e nós dois éramos da Marinha, e um mês depois, ele voltou e me deu uma maquete de um porta-aviões que ele construiu. É realmente fantástico.”

Mesmo nos dias de folga, Gibbons se mantém ocupado. Ele gosta de trabalhar em casa e no quintal, e no inverno, fica arrumando o porão. “Tenho muitas ferramentas. Faço muito trabalho de marcenaria.”

Apesar de adorar trabalhar, o homem afirmou que o ponto alto de sua vida é sua “esposa e filhos”.

Segunda Guerra Mundial

Ron Gibbons foi convocado para o serviço militar logo após o ensino médio. Depois, serviu na Marinha por um ano, entre 1945 e 1946, e ficou destacado no USS Hornet (CV-12), um dos primeiros navios a lançar ataques após Pearl Harbor, nos arredores de São Francisco, durante seis meses.

Após cumprir o serviço militar, Gibbons frequentou a faculdade por alguns anos e conseguiu um emprego na General Electric. Depois de ser demitido, um amigo o recomendou a outro serviço, onde trabalhou por mais de 35 anos antes de se “aposentar”.