O pessimismo no governo com relator da indicação de Messias no Senado

Por Metrópoles 26/11/2025

Aliados do presidente Lula no Senado e no Palácio do Planalto ficaram pessimistas com a escolha do senador Weverton Rocha (PDT-MA) como relator da indicação de Jorge Messias ao STF.

A avaliação é de que Rocha, apesar de aliado de Lula, é mais próximo do presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), que defendia Rodrigo Pacheco (PSD-MG) no Supremo.

Davi Alcolumbre adia a pedido Weverton Rocha a votacao do Projeto de Lei Complementar PLP 1922023 que unifica em oito anos o prazo de inelegibilidade de politicos condenados com base na lei Ficha Limpa 44 imagensSenador Weverton (PDT-MA)Senador Weverton (PDT-MA)O presidente do Senado, Davi AlcolumbreFechar modal.logo metropoles brancaDavi Alcolumbre adia a pedido Weverton Rocha a votacao do Projeto de Lei Complementar PLP 1922023 que unifica em oito anos o prazo de inelegibilidade de politicos condenados com base na lei Ficha Limpa 41 de 4

VINÍCIUS SCHMIDT/METRÓPOLES @vinicius.fotoDavi Alcolumbre adia a pedido Weverton Rocha a votacao do Projeto de Lei Complementar PLP 1922023 que unifica em oito anos o prazo de inelegibilidade de politicos condenados com base na lei Ficha Limpa 22 de 4

Senador Weverton (PDT-MA)

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Senador Weverton (PDT-MA)

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O presidente do Senado, Davi Alcolumbre

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A proximidade com Alcolumbre, avaliam governistas, pode interferir na condução do processo. Sem o apoio do presidente do Senado, a indicação corre o risco de ser rejeitada, algo que não acontece desde 1894.

Como a coluna antecipou, Alcolumbre definiu que Messias será sabatinado na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) no dia 10 de dezembro. Weverton deve apresentar seu relatório antes, em 3 de dezembro.

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Governo preferia sabatina só em 2026

Com a resistência de Alcolumbre a Messias, o governo preferia que a sabatina só acontecesse em 2026. O objetivo seria deixar o cenário político clarear mais e dar mais tempo para Messias buscar apoio.

Além da resistência de Alcolumbre, aliados do indicado de Lula avaliam que a prisão do ex-presidente Jair Bolsonaro deixou o Congresso Nacional mais estressado, o que atrapalha Messias.

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