Uma abordagem de rotina na rua tomou outro rumo quando a cantora Pocah foi alvo de um insulto inesperado vindo de um policial. O episódio, gravado e divulgado pela artista nos stories, mostra o momento em que ela teria sido chamada de “baranga” em via pública. A declaração rapidamente repercutiu nas redes, onde o vídeo passou a ser combustível para debates inflamados e manifestações de apoio à cantora.
Após compartilhar as imagens, Pocah classificou a situação como um ataque gratuito. Em desabafo, afirmou que a agressão verbal veio justamente de quem deveria garantir a segurança da população. A artista também falou sobre a frustração de vivenciar, segundo ela, uma inversão de papéis: “proteger virou ofender”, escreveu, reforçando a gravidade do episódio.
Veja o vídeo:
A repercussão foi imediata. Comentários indignados destacaram a contradição ética do caso, questionaram a impunidade e apontaram o impacto simbólico do ocorrido. A discussão extrapolou o nome da cantora, abrindo espaço para reflexões amplas sobre violência de gênero, responsabilidade profissional e a erosão do respeito no espaço público.
Advogados consultados por internautas sugeriram medidas formais, como o registro da placa da viatura e judicialização do caso. Também surgiram reações irônicas e leituras alternativas do áudio, incluindo a tentativa de reinterpretar a fala do policial. Ainda assim, a maioria das interações aponta para o choque com a conduta atribuída ao agente.
A assessoria da cantora não detalhou próximos passos, mas o episódio reforça uma pauta recorrente: o enfrentamento ao sexismo cotidiano e a necessidade de mecanismos de controle e responsabilização para agentes do Estado. Enquanto isso, a narrativa da artista segue mobilizando seguidores, que classificam o caso como mais uma evidência do desgaste na relação de confiança entre polícia e população.
