O prefeito de Rio Branco, Tião Bocalom, afirmou que a entrega do viaduto Mamédio Bittar, localizado em frente à AABB, provavelmente não acontecerá ainda em 2025. A declaração foi dada nesta segunda-feira (1º), durante entrevista ao Em Cena, podcast do ContilNet.
Segundo o gestor, a obra já ultrapassou 80% de execução, mas foi afetada pela demora na chegada das ferragens adquiridas no Rio de Janeiro, o que comprometeu o cronograma da empresa responsável.
Bocalom disse que sonhava em entregar o viaduto como um presente de Natal à população, em uma cerimônia simbólica com um laço azul.
“Eu queria muito, Everton, dar esse presente de Natal para o nosso povo. Eu queria muito chegar lá e botar um laço azul, claro. Um laço azul sobre o viaduto. Eu quero um laço azul, claro. Eu quero um laço azul. Então, eu gostaria muito de fazer isso. Mas, segundo a empresa, o que aconteceu foi que eles compraram os ferros lá no Rio de Janeiro e as empresas demoraram demais para entregar a ferragem. Então, eles estão fazendo o que é possível lá. E eu sei que não é fácil. Mas se não der para entregar esse ano, mas eu acredito que lá para o dia 28 a gente vai poder dar um abraço bom lá”, afirmou o prefeito.
Obra é tratada como marco para a gestão
Durante a entrevista, Bocalom destacou que a Prefeitura de Rio Branco nunca havia executado obras estruturais de grande porte, e afirmou que sua gestão mudou esse cenário.
“É uma obra que realmente muda a cara da nossa cidade, assim como já mudou o viaduto Beth Bocalom. Então o viaduto Mamedio Bittar também vai mudar, vai ajudar na mudança daquela área ali. Então eu acho que isso é importante: fazer grandes obras. A Prefeitura de Rio Branco nunca fez grandes obras. Eu até desafio essa turma que fala mal de mim o tempo todo aí, que me critica o tempo todo, diga qual obra grande e bonita que a turma de vocês fez. Em 30 anos, passaram pela Prefeitura. Não é só a turma do PT, não. Tem negro de outros partidos também que passou pela Prefeitura e a vida inteira dizia que a Prefeitura não tinha condição de tocar uma obra grande. Nós não só tocamos obra grande, mas fizemos obras grandes com recurso próprio, com o viaduto Beth Bocalom. Ali é recurso próprio”, declarou.
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