Marina Silva lamenta assassinato de Moisés Alencastro e pede rigor na investigação do crime

Ministra do Meio Ambiente se pronunciou nesta terça-feira (23) sobre a morte do colunista social, destacando choque, tristeza e a necessidade de punição aos responsáveis

A ministra do Meio Ambiente e Mudança do Clima, Marina Silva, se pronunciou publicamente nesta terça-feira (23) sobre o assassinato do advogado e colunista social Moisés Ferreira Alencastro, encontrado morto dentro do próprio apartamento, em Rio Branco, no Acre. O caso tem causado forte comoção social e mobilizado manifestações de solidariedade e pedidos de justiça em todo o estado e fora dele.

Em publicação feita em seu perfil oficial nas redes sociais, Marina destacou o impacto da violência, especialmente quando atinge pessoas próximas, e classificou o crime como um ato cruel contra a vida.

“A violência sempre causa um choque enorme. Quando ela se abate sobre pessoas que a gente conhece, além do choque e da tristeza, nos causa perplexidade. O ato cruel contra a vida de Moisés Ferreira Alencastro, em Rio Branco (AC), é motivo de profundo lamento”, escreveu a ministra.

Marina Silva lamenta o assassinato do colunista social Moisés Ferreira Alencastro e pede rigor nas investigações/Foto: Reprodução

Na mensagem, Marina Silva também expressou solidariedade aos familiares, amigos e colegas da vítima, além de reforçar a importância da apuração rigorosa do crime.

“Peço a Deus que console seus familiares, amigos e colegas e que a sua morte possa ser rigorosamente investigada e punida”, completou.

O pronunciamento da ministra gerou grande repercussão nas redes sociais, reunindo milhares de curtidas, comentários e compartilhamentos. Diversas personalidades públicas, artistas, religiosos e cidadãos anônimos também se manifestaram nos comentários, reforçando pedidos de justiça e lamentando a morte de Moisés Alencastro.

O colunista era conhecido por sua atuação no meio social, cultural e institucional, além de seu engajamento em pautas de direitos humanos e cidadania. O caso segue sob investigação da Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), que apura as circunstâncias e a motivação do crime.

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