Roberta Miranda responde críticas após regravar hino gospel e diz que gravação foi promessa feita a Deus

Cantora afirmou que decisão veio após dois anos de oração e recebeu manifestações de apoio de seguidores nas redes sociais

Após receber críticas de fãs por regravar um hino da cantora gospel Lauriete, a cantora Roberta Miranda se manifestou publicamente para explicar o motivo da gravação. Segundo ela, a releitura do louvor não teve motivação comercial, mas espiritual.

Cantora afirmou que decisão veio após dois anos de oração e recebeu manifestações de apoio de seguidores nas redes sociais/Foto: Reprodução

Roberta afirmou que a gravação foi resultado de uma promessa feita a Deus após dois anos de oração. De acordo com a artista, durante esse período ela pediu que fosse retirada de dentro dela uma dor, sem detalhar a que tipo de sofrimento se referia. A cantora destacou que, ao alcançar o que pediu em oração, decidiu cumprir a promessa por meio da música.

A polêmica ganhou força após a publicação de um comentário crítico feito por uma fã nas redes sociais. Na mensagem, a internauta afirmou que “na verdade a uma diferença, Lauriete é crente e Roberta Miranda é uma cantora mundana e não tem compromisso nenhum com Deus”, acrescentando que virou moda cantores do meio secular gravarem hinos religiosos. No mesmo comentário, a fã questiona a aceitação dessas gravações e critica o que considera incoerência entre cantar louvores e a conduta pessoal, mencionando que pessoas que não são evangélicas não deveriam interpretar esse tipo de música.

A declaração da cantora também gerou forte repercussão com manifestações de apoio. Entre os comentários, alguns internautas afirmaram que julgamentos costumam esconder falhas pessoais e destacaram que apenas Deus conhece o coração de cada pessoa e o que é tratado em oração.

Outras mensagens lembraram passagens bíblicas sobre julgamentos dirigidos a pessoas que demonstraram fé, reforçando que louvores não deveriam ser motivo de condenação. Seguidores também pediram perdão à cantora em nome de críticas feitas por parte do público evangélico e desejaram que ela permanecesse em paz.

Houve ainda reflexões sobre o mercado gospel e a ideia de que a adoração não deve estar limitada a rótulos religiosos ou espaços específicos, além de comentários afirmando que canções podem ser instrumentos de restauração e fortalecimento espiritual.

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