O Acre fechou 2025 com 514 armas de fogo apreendidas, uma queda de 11,53% em relação a 2024, quando 581 armamentos foram retirados de circulação. Os dados constam no Sistema Nacional de Informações de Segurança Pública (Sinesp), do Ministério da Justiça, e revelam que, apesar da redução anual, o volume de apreensões se manteve alto ao longo de praticamente todo o ano.
Logo em janeiro, foram apreendidas 39 armas, número que caiu em fevereiro (35) e voltou a subir em março, com 43 registros. Em abril, o estado manteve o ritmo, com 42 apreensões, antes de uma nova queda em maio (38) e junho (33), este último com um dos menores volumes do ano.
A partir de julho, os números voltaram a crescer, chegando a 49 armas apreendidas. Em agosto, o total recuou para 38, e setembro marcou o ponto mais baixo de 2025, com 32 apreensões. O cenário mudou no último trimestre: outubro registrou 55 armas, novembro liderou o ranking com 56, e dezembro fechou o ano com 54 apreensões, consolidando o período como o mais intenso do ano.
Entre os armamentos recolhidos, predominam armas de uso comum. Foram 160 classificadas como “outras armas”, além de 116 pistolas, 111 espingardas e 105 revólveres. Também constam no balanço 20 carabinas, um fuzil e um rifle, itens que chamam atenção pelo alto poder de fogo, apesar da baixa quantidade.

