A morte do pequeno Anthony Davi, de apenas 11 meses, em Goiânia, gerou forte comoção nas redes sociais e reacendeu o alerta sobre a segurança de produtos infantis. Segundo relato divulgado nas redes, o bebê teria perdido a vida após um acidente doméstico envolvendo um aspirador nasal elétrico.
De acordo com a mãe da criança, o acidente ocorreu durante uma limpeza nasal de rotina. Enquanto o aparelho era utilizado, a ponteira de borracha teria se desprendido e sido aspirada diretamente para a garganta do bebê, causando engasgo e asfixia. A família conseguiu socorro rapidamente, encontrando uma ambulância em poucos minutos, mas a peça teria obstruído totalmente as vias aéreas e a criança não resistiu.
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Ainda conforme o relato, o dispositivo não possuía travas ou sistema de encaixe fixo que impedisse o desprendimento da peça. Após a tragédia, a mãe decidiu transformar a dor em alerta público, orientando outros pais a não adquirirem modelos sem travas de segurança, verificarem rigorosamente produtos com ponteiras removíveis e testarem a fixação das peças antes de cada uso.
A publicação também reforça a importância de observar se itens infantis possuem certificação adequada, como selo do Inmetro ou da Anvisa, e se atendem às normas de segurança. O caso tem mobilizado milhares de internautas e levantado discussões sobre fiscalização, responsabilidade de fabricantes e cuidados redobrados no uso de acessórios para bebês.
A história de Anthony Davi se tornou um alerta doloroso para pais e cuidadores sobre os riscos de produtos aparentemente simples, mas que podem representar perigo quando não apresentam mecanismos adequados de segurança.
