Produtores rurais de várias regiões do Acre já sabem se vão conseguir vender diretamente ao poder público em 2026. A Secretaria de Estado de Agricultura do Acre (Seagri) divulgou o resultado final do credenciamento de agricultores familiares para o Programa de Aquisição de Alimentos (PAA), iniciativa que garante mercado para quem vive da própria produção. As informações foram do Diário Oficial do Estado (DOE).
A seleção levou em conta critérios sociais e produtivos, com prioridade para quem mais precisa. Famílias inscritas no CadÚnico, mulheres trabalhadoras rurais e integrantes de comunidades tradicionais – como indígenas, ribeirinhos e quilombolas – tiveram pontuação maior no processo. Agricultores com renda mais baixa e aqueles organizados em associações ou cooperativas também saíram na frente.
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Na prática, quem somou mais pontos entra direto no programa ou passa a compor um cadastro de reserva, podendo ser chamado em caso de substituições. Em situações de empate, pesaram fatores como número de dependentes e idade do responsável familiar.
Todo o processo foi feito de forma digital, com envio de documentos e análise técnica das informações apresentadas pelos próprios agricultores. Um ponto de atenção foi a regra que impede mais de uma inscrição por família – casos assim levaram à desclassificação de todos os envolvidos.
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