Gerente Ă© preso apĂłs morder e arrancar orelha da companheira

O crime, ocorrido durante uma festa em um bar da cidade, foi capturado em vídeo por câmeras de monitoramento

Por Redação ContilNet 20/04/2026 às 08:42

Um episódio de violência doméstica brutal marcou o fim de semana em Atibaia (SP). Wendel Alexandre de Oliveira Poloni, de 29 anos, foi detido pela Guarda Civil Municipal (GCM) após atacar sua companheira, uma representante comercial de 25 anos.

O crime, ocorrido durante uma festa em um bar da cidade, foi capturado em vídeo por câmeras de monitoramento.

O Ataque em Detalhes

As imagens cedidas Ă  reportagem mostram a frieza do agressor:

  • O Flagrante: A vĂ­tima conversava com outras mulheres no balcĂŁo quando Wendel surgiu por trás, puxando-a violentamente pelos cabelos.

  • A LesĂŁo: Em um movimento sĂşbito, o suspeito mordeu a orelha da mulher, arrancando um pedaço do ĂłrgĂŁo. O ataque ocorreu na frente de testemunhas, que tentaram intervir.

  • A Motivação: Segundo o depoimento da vĂ­tima, a agressĂŁo teria sido motivada por uma crise de ciĂşmes e impaciĂŞncia, apĂłs Wendel questionar a demora dela em comprar uma bebida.

Com informações do Metrópoles.

HistĂłrico de ViolĂŞncia

O casal mantinha um relacionamento há seis anos, mas o que parecia ser uma união estável escondia um rastro de abusos:

  1. Reincidência: A representante comercial afirmou aos agentes que este não foi o primeiro episódio de violência. Ela revelou possuir fotos e vídeos de agressões passadas guardados em seu celular.

  2. Negativa do Suspeito: Ao ser abordado pela GCM, Wendel apresentava lesões (que afirmou terem sido causadas pelos seguranças do local) e negou ter decepado a orelha da esposa, alegando apenas uma “discussĂŁo”.

  3. Socorro: A vítima foi encaminhada imediatamente a um hospital da região para cuidados médicos e reconstrução da área afetada.

Medidas Judiciais

Wendel Alexandre foi conduzido à delegacia e teve a prisão ratificada. Ele responderá pelos crimes de violência doméstica e lesão corporal gravíssima. O caso reacende o debate sobre a importância de denúncias precoces em relacionamentos abusivos para evitar tragédias ainda maiores.

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