Rio Branco, Acre,

A Confraria dos Últimos Românticos

Coluna

Confraria dos Últimos Românticos: Nós que nem gente somos

“Que estranho dar um boa noite sem amor. Foi quase que automático, e graças aos céus não saiu da minha boca a tempo”

Parte II

Confraria dos Últimos Românticos: A história que me cabe

Naquela manhã preguiçosa de segunda-feira eu mergulhei no oceano que era Mariana

Coluna

Confraria dos Últimos Românticos: Quem ama, recomenda

Para a dama, provei meu amor ao apresentar Robert Crumb, The Office, “Réu Confesso” do Tim Maia entre outras preciosidades

Coluna

Confraria dos Últimos Românticos: Um texto sincerista* sobre o não-dito

*diz-se daquele em que ao leitor é entregue um vislumbre do meu coração

Confrur

Uma confraria de românticos nos tempos de internet – A volta dos que não foram

Para a chuva, capas e cuidado. Para o trânsito, atenção e fé. Para escrever, liberdade e café

Emoção

Confraria dos Últimos Românticos: Are you feeling good Mariana?

Todos os dias Mariana fazia o mesmo ritual colocando a mesma música. E eu ficava hipnotizada

Confraria dos Últimos Românticos: A Camiseta Rosa

Eu peguei a camiseta amassada, e busquei o seu perfume nela. Só veio o cheiro do meu amaciante. Tudo bem

Crônica

Confraria dos Últimos Românticos: Carta de Aniversário para a Lua

Acorda, vem ver a lua / Que dorme na noite escura / Que surge tão bela e branca/ “Melodia Sentimental” (Heitor Villa-Lobos - Dora Vasconcelos)

Crônica

A Confraria dos Últimos Românticos: mais um ensaio sobre a seca

A coluna estreia nesta sexta, conforme prometido, com o texto da Daniela Andrade

Nova Coluna

Amor à moda antiga- ou não-:’A Confraria dos Últimos Românticos’ estreia no ContilNet

Há dez anos o blog traz as dores e as delícias do amor em forma de crônicas e agora estará semanalmente no ContilNet