Rio Branco, Acre,

O Espírito da Coisa

Memórias

O Espírito da Coisa: uma viagem pelas memórias da capital

Quando o cronista anda e percebe que há mais buracos no tempo que nas ruas; por hoje, fiquemos com outras lembranças, ainda mais antigas

O ESPÍRITO DA COISA

“Queimar a floresta pra disfarçar o esgoto”

A briga da direita com a esquerda invade o ambiente e os assuntos mais sérios viram besteiras, para desgosto do cronista provinciano..

O ESPÍRITO DA COISA

Dom Moacyr: o que o antigo bispo da província leva e o que deixa neste mundo

Reflexões e lembranças no momento em que Dom Moacyr Grecchi se despede desta vida

O ESPÍRITO DA COISA

Como é bom torcer contra time ruim e ainda ter uma ajudinha do juiz

No emocionante campeonato político brasileiro só jogam dois times e ganha quem faz menos gol contra

O ESPÍRITO DA COISA

Vantagens e virtudes da incompetência na era do emburrecimento acelerado

Acima da linha dos presídios, um país espantosamente medíocre vive de insultos morais e entretenimento político

O ESPÍRITO DA COISA

Promessa de conversa sem pressa para reformular a revisão da reforma administrativa

Na gestão do estado, já vai adiantada a dança das cadeiras e ainda tem quem fica em pé na esperança de um assento

O ESPÍRITO DA COISA

A estupidez derruba o tabuleiro e vence o jogo tedioso da política

A inteligência estratégica dos pombos serve de modelo para os novos embates entre governistas e governistas (oposições estão fora do jogo)

O ESPÍRITO DA COISA

Há mais ciência em política e economia do que poderia supor a vã filosofia

Quando o cronista chega aos novos tempos em que a ignorância é uma virtude e a suprema sabedoria é ganhar dinheiro

O ESPÍRITO DA COISA

No altos rios, o furo é mais embaixo e o progresso esbarra na cachoeira

No tempo que ainda falta para o sertão virar mar e o mar virar sertão, o povo vai vivendo nas voltas que o rio dá

O ESPÍRITO DA COISA

Não há tijolo nem asfalto suficiente para os grandes buracos da política

Quando o cronista começa a entender como os problemas trocam de lado e permanecem sem solução

O ESPÍRITO DA COISA

Uma oração por Notre Dame de Paris e de um mundo que se consome em chamas

Quando nem sabemos ao certo o que perdemos e o quanto vale a memória do que pudemos ser e fazer.

O ESPÍRITO DA COISA

O novo capítulo da História do Acre pode ser o último antes do esquecimento

Botar tudo no chão e construir uma nova cidade no espaço das redes sociais seria o fim dos velhos problemas e o começo de um novo mundo

O ESPÍRITO DA COISA

Um vento frio e um pouco de sol na cabeça para recomeçar uma velha conversa

No final dos tempos, a natureza e a gente amazônica ainda não cabem nas propostas de desenvolvimento.

MUDANDO DE IDEIA

Crítica do pensamento crítico e esperança de que o mundo se canse da repetição

É possível desenvolver projetos criativos numa sociedade que consagra e premia a mediocridade?

O ESPIRÍTO DA COISA

Jogos e problemas entre peões e damas nos tabuleiros do espaço e do tempo

Na milenar arte-ciência do Xadrez o cronista procura e nem sempre encontra sossego das angústias políticas do mundo

O ESPÍRITO DA COISA

Procura-se quem saiba a diferença entre o país real e a pátria dos discursos

É possível que o Brasil tenha se desprendido do Continente e esteja à deriva no Oceano Atlântico, dissolvendo-se no aquecimento global?

O ESPÍRITO DA COISA

Agroideologias para passear na floresta enquanto dona soja não vem

Os discursos que recusam ajuda técnica para descer do palanque eleitoral e subir as ladeiras e rios da realidade..

O ESPÍRITO DA COISA

Era uma vez um país muito distante que um dia teve o nome de Brasil

Um sentimento oculto na bagunça institucional e na irresponsabilidade política que coloca em risco a existência do país.

O ESPÍRITO DA COISA

Pra quem não engole o Brasil com catchup resta a velha baixaria acreana

Enquanto a americanização avança sobre o Brasil, a distante província sobrevive com sua economia política do 'bribote'

O ESPÍRITO DA COISA

A guerra está em todos os lugares e um país inteiro cai na depressão

A Educação é trazida, violentamente, para o centro da crise de sentido na civilização. Mas a sociedade não sabe perguntar nem responder o que está acontecendo