O Brasil deve encerrar 2026 como a maior economia da América Latina, com Produto Interno Bruto (PIB) nominal estimado em US$ 2,63 trilhões. O valor mantém o país à frente do México, que aparece na segunda posição, com US$ 2,12 trilhões.
A Argentina ocupa o terceiro lugar, com PIB projetado em US$ 688,3 bilhões. Na sequência aparecem Colômbia, com US$ 539,5 bilhões; Chile, com US$ 407,8 bilhões; e Peru, com US$ 380,9 bilhões.
Os números mostram que Brasil e México concentram uma parcela significativa da atividade econômica regional. A diferença entre as duas maiores economias é estimada em aproximadamente US$ 515 bilhões.
Brasil ampliou economia ao longo das décadas
A comparação histórica mostra mudanças importantes no ranking. Em 1963, a Argentina liderava a América Latina, com PIB nominal de US$ 24,4 bilhões, enquanto o Brasil aparecia em segundo, com US$ 19,2 bilhões.
Em 1999, o Brasil já havia assumido a liderança, com US$ 853,7 bilhões, seguido pelo México, com US$ 560,4 bilhões. O país permaneceu no primeiro lugar nos levantamentos de 2012 e 2018.
Em 2012, o PIB nominal brasileiro chegou a US$ 2,57 trilhões. Seis anos depois, recuou para US$ 1,94 trilhão em valores convertidos para a moeda norte-americana, mas continuou como o maior da região.
Os dados de 2026 são projeções e podem mudar conforme o crescimento econômico, a inflação e a variação das moedas frente ao dólar. O Banco Mundial estima que a América Latina e o Caribe cresçam 2,1% neste ano.
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