O caso envolvendo o influenciador digital Mayk Leão ganhou um novo e inesperado desdobramento no Paraná. Após viralizar nas plataformas digitais ao compartilhar gravações de um suposto Objeto Voador Não Identificado (ovni) nos arredores de sua propriedade rural, o criador de conteúdo veio a público para exibir uma mensagem atribuída à Agência Brasileira de Inteligência (ABIN).
De acordo com o material divulgado pelo influenciador, o documento teria sido emitido por um oficial de inteligência do órgão federal. No texto, o agente manifesta a intenção de agendar uma reunião formal com o morador para tratar do avistamento e instruí-lo a respeito de eventuais abordagens ou contatos por parte de agências de espionagem e inteligência de outros países.
O suposto comunicado governamental pontua ainda que a oitiva técnica teria a finalidade de resguardar e assegurar os direitos constitucionais de Mayk na condição de cidadão brasileiro diante do episódio.

Morador de um sítio localizado em Campo Largo, município situado na Região Metropolitana de Curitiba, Mayk Leão converteu-se em um dos assuntos mais comentados da internet nos últimos dias. Em seus relatos iniciais, o produtor de conteúdo descreveu ter testemunhado um corpo celeste de forte brilho e dimensões incomuns pairando a baixa altitude próximo à sua residência.
A narrativa do influenciador detalha que, além do forte impacto visual provocado pelas luzes coloridas e estáticas, o ambiente rural foi tomado por ruídos intermitentes vindos da vegetação densa. Na ocasião, o criador de conteúdo enfatizou que os animais mantidos na propriedade apresentaram um comportamento de extrema agitação e pânico durante a permanência do fenômeno, o que ampliou o clima de mistério na comunidade local.
O registro audiovisual original despertou a curiosidade de internautas devido à forte intensidade luminosa capturada pelo dispositivo móvel e à reação de perplexidade de Mayk. A suposta interferência da agência de inteligência brasileira adicionou uma camada de contorno geopolítico e institucional ao debate, inflamando teorias e discussões em fóruns digitais e redes sociais sobre a veracidade do contato e a real natureza do objeto rastreado no espaço aéreo paranaense.
Até o momento da publicação desta reportagem, a coordenação da ABIN não havia emitido nenhuma nota oficial para autenticar a autoria do documento compartilhado pelo influenciador ou para confirmar a instauração de um procedimento formal de escuta focado no avistamento de Campo Largo.

