ContilNet Notícias
Cotidiano

Jornalista relata ataque de pitbull e aponta negligência de tutora

Por Fhagner Soares, ContilNet 07/06/2026 às 13:07

Âncora do SP2 afirmou que o animal que o atacou estava sem coleira/ Foto: Reprodução

O jornalista e apresentador José Roberto Burnier afirmou ter sido atacado por um cão da raça pitbull enquanto passeava com seus animais de estimação. Em publicação realizada em seus perfis oficiais nas redes sociais na tarde deste domingo (7), o âncora do telejornal SP2, da Rede Globo, relatou que ele e uma de suas cadelas sofreram ferimentos e atribuiu o incidente à conduta negligente da proprietária do animal.

De acordo com o depoimento compartilhado por Burnier, a mulher caminhava em via pública conduzindo três cachorros de grande porte. No entanto, o pitbull — apontado pelo jornalista como o animal mais agressivo do trio — transitava livremente, sem o uso de coleira, guia ou focinheira protetora, quando avançou contra o profissional e seus cães.

“Eu e meus cachorros fomos atacados por um pitbull solto, sem guia”, protestou o jornalista em seu relato escrito.

O apresentador classificou o episódio como um reflexo direto da “irresponsabilidade” de proprietários de animais que desrespeitam as normas de convivência e as regras de segurança previstas para a circulação de cães em espaços de uso coletivo.

Até o início da tarde deste domingo, Burnier não havia detalhado a gravidade das lesões sofridas por ele e pela cadela atingida, tampouco se houve a necessidade de deslocamento para atendimento médico hospitalar ou intervenção de urgência em clínica veterinária.

Na publicação, o jornalista fez questão de ressaltar o teor da legislação estadual vigente em São Paulo. A normativa jurídica em vigor estabelece a obrigatoriedade do uso de guias e coleiras para a circulação de cães em ambientes públicos, além de determinar a aplicação compulsória de enforcadores e focinheiras para raças consideradas de temperamento potencialmente agressivo ou perigoso, espectro que inclui o pitbull, o rottweiler e o mastim napolitano.

Até o momento da publicação desta reportagem, não constavam registros oficiais sobre a formalização de um Boletim de Ocorrência policial na Delegacia Eletrônica ou em distritos policiais da capital paulista sobre o caso. A tutora do cão mencionada no desabafo do jornalista não foi identificada publicamente, e não houve manifestação oficial por parte de sua defesa jurídica.

Sair da versão mobile