Passarinho faz ninho em vaso de planta dentro de casa e altera rotina de jornalista

Ave escolheu sala de TV de Patrícia Maldonado para chocar ovos

Por Fhagner Soares, ContilNet 21/06/2026 às 12:50
Patrícia Maldonado restringiu volume de som e luzes para não espantar ave/ Foto: Reprodução

A presença inesperada de uma ave silvestre alterou a dinâmica cotidiana e as regras de convivência na residência da jornalista Patrícia Maldonado. O pássaro invadiu a sala de televisão do imóvel e utilizou o vaso de uma planta da espécie jiboia para construir um ninho, onde realizou a postura de dois ovos.

A jornalista passou a registrar o desenvolvimento do ninho e a convivência diária com o animal em suas plataformas digitais, obtendo repercussão expressiva. O primeiro registro audiovisual do processo de incubação, publicado no mês de abril, superou a marca de 1,6 milhão de visualizações.

“E eu aqui, completamente emocionada. Pensando que, entre tantas opções, ele escolheu justamente esse cantinho: onde não chove, não faz frio, não faz calor… tem até ar-condicionado. Um lugar seguro pros bebês!”, relatou a profissional.

Para assegurar a integridade do processo de reprodução e evitar o abandono do ninho pela mãe, a família estabeleceu um protocolo de conduta interna para o uso do cômodo. Patrícia determinou a proibição do uso do aparelho de televisão em volumes elevados, vetou o acionamento de sistemas de iluminação intensa e instituiu restrições à circulação e à emissão de ruídos em excesso no perímetro da planta.

A expectativa da jornalista concentrou-se no acompanhamento das etapas biológicas subsequentes à postura, incluindo o período de incubação, a eclosão e o posterior manejo alimentar que a ave adulta forneceria à prole até que os filhotes estivessem aptos a se deslocar de forma autônoma.

No decorrer do mês de maio, o ciclo reprodutivo completou-se com o nascimento e o desenvolvimento das penas dos recém-nascidos. A jornalista registrou o momento em que os filhotes realizaram os primeiros voos de teste e deixaram as dependências do vaso sanitário vegetal para ingressar no ambiente externo.

A experiência foi descrita por Patrícia como um aprendizado prático sobre os processos naturais de dispersão da fauna urbana. “Acho que nunca tinha entendido tão profundamente que existe um momento em que amar também significa deixar voar…”, registrou em seu perfil ao documentar a saída definitiva das aves da residência.

Bloqueador de anuncios detectado

Por favor, considere apoiar nosso trabalho desativando a extensão de AdBlock em seu navegador ao acessar nosso site. Isso nos ajuda a continuar oferecendo conteúdo de qualidade gratuitamente.