A Polícia Civil prendeu 13 pessoas em flagrante na noite de quarta-feira, 2 de setembro, durante o fechamento de uma fábrica clandestina que produzia cosméticos falsificados da marca WePink, empresa que tem a influenciadora digital Virginia Fonseca como sócia. O imóvel funcionava na Rua Porto, no bairro Chácara Cuiabá, em Itaquaquecetuba, na Grande São Paulo. O proprietário do estabelecimento fugiu e é procurado pelos agentes.
De acordo com as investigações, os produtos adulterados eram comercializados em perfis de redes sociais e abasteciam bancas da Feira da Madrugada, no bairro do Brás, centro da capital paulista.
No cumprimento dos mandados de busca e apreensão expedidos pela Justiça, os policiais encontraram um parque industrial improvisado, equipado com maquinário pesado, matérias-primas, frascos, etiquetas, rótulos e caixas idênticas às utilizadas pela marca oficial.
Foram detidos no local: Daniele dos Santos Stopa, Rodrigo Porfirio Camargo, Kimberli Marcela Carvalho Dias, Filipe Ferreira de Carvalho, Jesse Lass Santos, Nicole Nunes Caldas, Anna Karolina Pereira Porto, Leticia Ferreira da Silva, Levi Vitor da Silva Pereira, Vinicius Henrique Caetano Garrido, Henrique Camargo Vilaça, Jessica Silva de Souza e Vinicius da Silva Prado.
A polícia identificou que parte dos detidos já havia sido presa em junho de 2026 pelo mesmo crime, em outro galpão clandestino que também falsificava itens da WePink. Na ocasião, a Justiça concedeu liberdade provisória ao grupo.
Diante da reincidência, a Polícia Civil formalizará o pedido de conversão do flagrante em prisão preventiva, argumentando a necessidade de estancar a reiteração criminosa. O caso foi registrado na 1ª Cerco (Central Especializada de Repressão a Crimes e Ocorrências Diversas) da Delegacia Seccional Centro.
