17/09/2026

Eliana de Castela lança “Lutas e Luas” nesta sexta-feira

Obra reúne poemas escritos entre 2019 e 2025 e será apresentada nesta sexta-feira

Por Redação ContilNet

A cultura acreana estará novamente em festa nesta sexta-feira, na Usina de Arte João Donato, em Rio Branco, com o lançamento de mais uma obra da escritora, poeta e artista plástica Eliana Ferreira de Castela. O livro “Lutas e Luas”, publicado pela editora Litteralux, será apresentado ao público a partir das 18h30.

A obra reúne uma coletânea de poemas escritos entre 2019 e 2025, com temas diversificados e inspirados na contemplação da natureza e no cotidiano das pessoas e das cidades por onde a autora transita. Talvez pela sua formação em Geografia, o espaço — “o chão que pisa”, nas palavras do geógrafo Milton Santos — ocupa um lugar importante em sua poética.

A obra reúne uma coletânea de poemas escritos entre 2019 e 2025, com temas diversificados e inspirados na contemplação da natureza e no cotidiano das pessoas

Os poemas nasceram de diferentes situações e referências, como notícias veiculadas pela mídia, conteúdos extraídos de filmes, espetáculos e exposições artísticas. Há também textos dedicados a amigos e artistas que, de alguma maneira, marcaram a autora, além de homenagens póstumas.

Para Eliana, homenagear por meio da poesia é uma forma de expressar sentimentos e estabelecer uma troca. “Homenagear com poema é a forma de dizer melhor o nosso sentimento. É oferecer e receber, em um só gesto”, afirma.

Durante o lançamento, o microfone estará aberto para quem quiser ler ou recitar poemas. O público também poderá acompanhar o show do grupo acreano The Bubuias, que se apresenta durante a sessão de autógrafos.

No espaço Deck da Usina, os visitantes poderão ainda conhecer e adquirir produtos e lanches comercializados por produtores da Economia Solidária.

A poesia de “Lutas e Luas” também transita por sabores e experiências do cotidiano. Alguns poemas mesclam dança e diferentes estilos musicais a comidas, em uma combinação que aproxima versos, sons e sabores.

“Os últimos poemas a serem lidos será a hora da ceia”, anuncia a autora, encerrando a apresentação da obra com uma espécie de convite para que a poesia também seja servida à mesa.

Conteúdo Original / Fonte: Ascom

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