Aliança Ă  vista: “Vou fazer de tudo para ter o Jenilson junto comigo”, diz PetecĂŁo sobre 2022

Por Pimenta No Reino 10/11/2021 Ă s 20:55
Montagem ContilNet

VĂŁo conversar

O senador SĂ©rgio PetecĂŁo (PSD) disse Ă  coluna que ainda nesta semana espera sentar com o deputado estadual e tambĂ©m prĂ©-candidato ao Governo, Jenilson Leite (PSB), para botar os pingos nos i’s sobre uma possĂ­vel aliança nas eleições do ano que vem. “Eu quero conversar com ele quando eu estiver em Rio Branco, ainda essa semana. Vai ser uma conversa aberta e franca, sem prometer o que nĂŁo se pode fazer. Eu gosto muito do Jenilson e vou fazer de tudo pra que nĂłs possamos estar juntos. Mas nĂŁo temos nada acertado, ele nĂŁo me deu a palavra em nada, mas vou me esforçar muito pra tĂŞ-lo nessa aliança, gosto muito dele”, disse PetecĂŁo.

No interior

O senador, que estava em agenda pelo interior do estado atĂ© ontem, foi hoje para BrasĂ­lia, onde participou do 25Âş Congresso da Associação de Brasileira de Planos de SaĂşde, mas deve voltar para o Acre já nesta quinta (11). “A nossa ida a Santa Rosa do Purus e a Marechal Thaumaturgo foi maravilhosa. Fiquei muito feliz com a receptividade nos dois municĂ­pios. Na quinta temos uma agenda no Ifac, na Transacreana, onde vamos entregar uma emenda de R$ 600 mil para uma obra grande que o Ifac está fazendo”, contou.

Outro lado

Ainda sobre as tratativas entre entre a dupla de pré-candidatos ao Governo, o deputado socialista confirmou à coluna que foi procurado pelo senador e que a conversa entre os dois pode acontecer a qualquer momento. Jenilson porém deixou claro que uma aliança entre os dois fica difícil em um primeiro turno, já que nem um e nem outro abre mão da candidatura ao Governo.

ParcimĂ´nia

Assim como PetecĂŁo, Jenilson disse que por enquanto nĂŁo tem nada definido, e que sĂł no ano que vem Ă© que as articulações e acordos serĂŁo formalizadas. “Pode ser uma aliança para o segundo turno. Mas as definições desses termos de alianças a gente tá deixando pro ano que vem. Uma conversa nĂŁo significa que sairá dali uma aliança em um formato definido. A polĂ­tica Ă© a arte de conversar, quem nĂŁo conversa na polĂ­tica nĂŁo constrĂłi nada. Mas vamos conversar, vamos analisar o cenário e vamos ver que perspectiva vamos trabalhar”.

Aliança?

Por falar em aliança, na semana passada, os presidentes estaduais do PT, Cesário Braga, e do PDT, o deputado estadual José Luís Tchê, andaram conversando a portas fechadas. O papo aconteceu na sala de reunião da Aleac.

PuxĂŁo de orelha

Com o frequente baixo quĂłrum na Alec desde a volta das sessões presenciais, o deputado Edvaldo MagalhĂŁes (PCdoB) deu hoje um puxĂŁo de orelha em seus pares faltosos. “Sabemos que temos muitos compromissos parlamentares, mas nĂŁo podemos admitir que nessas duas horas de sessĂŁo aqui, tenhamos um quĂłrum tĂŁo baixo”, disse. Edvaldo disse ainda que nĂŁo gostaria de expor os colegas, mas que Ă© preciso responsabilidade.

Hospital veterinário

TambĂ©m na sessĂŁo de hoje, o deputado Jenilson Leite propĂ´s a criação de um hospital veterinário pĂşblico no Acre. No projeto de lei consta que “o atendimento se dará gratuitamente para animais de rua e os que nĂŁo tenham seus guardiões identificados, bem como para aqueles cujos guardiões identificados comprovem renda mensal pessoal inferior a trĂŞs salários mĂ­nimos. Nos demais casos, o atendimento poderá ser realizado mediante a cobrança e pagamento pelos serviços prestados Ă  preços populares, conforme Tabela fixada pelo Poder Executivo Estadual”.

Plano de Governo

O parlamentar socialista aproveitou a deixa para dizer que se o Estado nĂŁo aceitar a proposta sobre o hospital veterinário, estará em seu plano de Governo. A proposta de Jenilson nĂŁo chega a ser nova, já que esse tipo de hospital existe em outros lugares do paĂ­s, mas nĂŁo diminui a importância de um instrumento como esse para os animais e para quem defendo os direitos dos bichinhos. Ainda segundo o parlamentar, “o atendimento veterinário do hospital nĂŁo se restringirá somente Ă s consultas, mas tambĂ©m vai englobar atendimento de emergĂŞncia, tratamentos, castrações e cirurgias gerais, inclusive ortopĂ©dicas e oftalmolĂłgicas, vermifugação, controle e combate de zoonoses, pulgas e carrapatos, alĂ©m do controle populacional dos animais de rua”.

Fermento

Com a ida do presidente Jair Bolsonaro para o PL, o partido deve experimentar um crescimento substancial nas prĂłximas semanas. No Acre, nĂŁo deve ser diferente. Estado que mais deu voto proporcionalmente ao presidente em 2018, o Acre Ă© um forte reduto bolsonarista, o que leva a crer que o PL daqui pode crescer ainda mais que no resto paĂ­s. Haja fermento!

NĂŁo muda

Mesmo com esse novo “atrativo” e com sua irmĂŁ sendo uma das principais lideranças da sigla no estado, o vice-governador, o Major Rocha (PSL), nĂŁo quer nem saber de mudar de partido. Ă€ coluna, Rocha disse que nĂŁo sai do PSL principalmente por conta da sua boa relação com o presidente nacional da legenda, o deputado federal por Pernambuco, Luciano Bivar. “Eu nĂŁo tenho motivos para sair do PSL para o PL. Acho o PL um bom partido e fico feliz que a Mara esteja lá, mas tenho uma relação muito boa com meu presidente, que faz com que o acordo que nĂłs fizemos lá atrás para eu entrar e permanecer no PSL nĂŁo tenha motivo para ser quebrado agora. NĂŁo tenho interesse nenhum em sair do PSL/UniĂŁo Brasil”, asseverou.

ConteĂşdo Original / Fonte: THIAGO CABRAL, DO CONTILNET

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