Ataque em escola: polĂ­cia analisa celulares e provas coletadas

Prazo para conclusão do inquérito é de 30 dias

Por Maria Fernanda Arival, ContilNet 07/05/2026 Ă s 16:00
Foram cumpridas 10 ordens judiciais entre capital e interior. — Foto: Reprodução

A Polícia Civil do Acre deu detalhes das investigações sobre o ataque no Instituto São José, que aconteceu na última terça-feira (7).

Em entrevista coletiva, o delegado-geral adjunto da PolĂ­cia Civil, Martin Hessel, explicou que todo trabalho pericial e toda coleta de materiais que podem levar a mais provas foram feitos.

“No momento estĂŁo em análise e a gente quer trabalhar com o nosso prazo legal, pra que a gente possa encaminhar esses laudos ao poder judiciário o quanto antes dentro do prazo legal”, disse.

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Hessel explicou que no dia do fato, toda ação policial, tanto da parte ostensiva quanto da polĂ­cia judiciária, foi feita. “Todos os equipamentos [celulares] resultantes das buscas que foram feitas, tambĂ©m com autorização judicial, estĂŁo sendo analisadas”, disse.

O delegado-adjunto geral afirmou que a Polícia Civil pretende finalizar o inquérito em 30 dias, mas vai depender da quantidade de material.

“EntĂŁo, tĂŁo logo saia essa análise das provas que estĂŁo sendo coletadas, haverá divulgações acerca do procedimento, mas tudo que está ao alcance da PolĂ­cia Civil está sendo feito, está sendo providenciado, e logo mais será encaminhado ao Poder Judiciário para que o processo judicial ocorra, e a gente tenha essa resposta definitiva. A gente quer concluir no prazo de 30 dias, mas dependendo da quantidade de material pode ser que nĂŁo, mas está sendo feito diuturnamente sem parar mesmo, a equipe está trabalhando nessas coletas, nessas análises para que a gente consiga solucionar isso o quanto antes”, explicou.

Martin Hessel Ă© delegado-adjunto geral da PolĂ­cia Civil

Martin Hessel Ă© delegado-adjunto geral da PolĂ­cia Civil/Foto: ContilNet

Com relação aos mandados de busca, foram cumpridos dois na casa do pai e do padrasto do adolescente, autor dos tiros que matou duas funcionárias e feriu outras duas pessoas.

“Foram dois mandados de busca, no mesmo dia inclusive. Foi feito a busca na casa do pai e do padrasto. O padrasto foi conduzido Ă  Delegacia de Flagrantes tambĂ©m, foi feito o procedimento, mas em razĂŁo da quantidade da pena, do crime que supostamente ele tenha cometido, que Ă© a falta de cuidado na guarda do armamento, foi feito um procedimento mais simples, que Ă© o TCO”, concluiu.

ConteĂşdo Original / Fonte: Maria Fernanda Arival, ContilNet

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