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Bombeiros colocam mergulhadores de prontidão após queda de ponte

Por Maria Fernanda Arival, ContilNet 06/06/2026 às 11:23
Coronel Edem Santos, sub-comandante do Corpo de Bombeiros

Coronel Edem Santos, sub-comandante do Corpo de Bombeiros/Foto: Gleison Junior/Orna Audiovisual

Após o desabamento da ponte Frei Paolino Baldassari, na noite da última sexta-feira (5), em Sena Madureira, o Corpo de Bombeiros Militar do Acre (CBMAC) disponibilizou mergulhadores e técnicos à disposição. A estrutura ligava o Primeiro ao Segundo Distrito da cidade.

A informação foi dada ao ContilNet pelo coronel Edem Santos, sub-comandante do Corpo de Bombeiros. De acordo com o coronel, a tropa de Rio Branco foi enviada para Sena Madureira, composta por 10 mergulhadores e três especialistas em áreas colapsadas. 

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“A gente não sabia qual o cenário. A partir das 6 horas da manhã, a gente já estava aqui no local fazendo algumas análises, conversamos aqui com os policiais que estavam guardando aqui a região isolada e perguntamos se tinha algum tipo de pedido de atendimento, alguma vítima poderia ter sido ainda desaparecida ou tivesse alguma queixa, não foi trazendo uma informação dessa”, explicou.

Segundo o coronel, os bombeiros observaram o cenário e os acessos da ponte, verificando a atual situação para manter a linha de isolamento. 

“Uma vez que não tinha nenhuma intervenção primária para a gente fazer do ponto de vista de resgate ou retirada de vítimas, então, a gente só manteve aqui a questão do isolamento. Observamos os dois distritos, tanto aqui quanto do outro lado, observando a questão de segurança e o acesso das pessoas”, disse.

Ponte está interditada desde quinta-feira

Ponte está interditada desde quinta-feira/Foto: Gleison Junior/Orna Audiovisual

O coronel explicou, ainda, que grande parte das pessoas estão obedecendo a área de isolamento. “Algumas são curiosas, querem saber o que aconteceu ainda, mas o local está devidamente seguro do ponto de vista do acesso, para evitar qualquer tipo de pessoa que entre nesse ambiente aqui e solicitamos como órgão público, como bombeiros, que as pessoas respeitem essa área de isolamento que é para salvaguardar a sua própria vida”, destacou. 

Com relação à erosão nas margens do Rio Iaco, no Segundo Distrito da cidade, o coronel afirmou que o trabalho é feito pela Defesa Civil. “Isso é uma área muito específica da Defesa Civil. A gente conseguiu enxergar algumas trincas ali, mas são coisas que técnicos da Defesa Civil têm que se posicionar. O papel do Corpo de Bombeiros aqui é saber se a área está completamente isolada, se está segura, exatamente para evitar qualquer tipo de acesso a pessoas numa área sinistrada onde não temos ainda um um detalhamento preciso a respeito da parte que permanece em pé, se tem algum tipo de anomalia que possa gerar colapso também”, afirmou.

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