A tradicional confecção dos tapetes de serragem movimentou a área da Catedral Nossa Senhora de Nazaré nas primeiras horas da manhã desta quinta-feira (4), em Rio Branco. Crianças, jovens e adultos participaram da preparação dos desenhos que irão receber a passagem da procissão de Corpus Christi, uma das celebrações mais importantes da Igreja Católica.
Os tapetes coloridos, confeccionados com serragem pintada e outros materiais, fazem parte da tradição da data e simbolizam a preparação do caminho para a passagem do Santíssimo Sacramento durante a procissão.
A programação foi divulgada pela Diocese de Rio Branco e reúne momentos de oração, celebração e manifestação pública da fé. Neste ano, não haverá as missas das 12h e das 19h na Catedral.

A programação foi divulgada pela Diocese de Rio Branco e reúne momentos de oração, celebração e manifestação pública da fé. — Foto: Matheus Mello/ContilNet
A celebração principal está marcada para as 17h, com missa presidida por Dom Joaquín. Logo após, às 18h, os fiéis sairão em procissão pelas ruas do Centro da capital.
Trajeto da procissão
A caminhada de fé terá início na Rua Floriano Peixoto, seguindo pela Rua Epaminondas Jácome e depois pela Rua Arlindo Porto Leal.
O encerramento será realizado no pátio da Catedral Nossa Senhora de Nazaré, onde acontecerá a bênção final com o Santíssimo Sacramento.
O que é Corpus Christi?
Corpus Christi é uma das datas mais importantes do calendário católico e celebra a presença de Jesus Cristo na Eucaristia. A festividade é marcada por missas, procissões e pelos tradicionais tapetes confeccionados por fiéis em ruas e praças de diversas cidades brasileiras.
A celebração ocorre sempre 60 dias após a Páscoa, em uma quinta-feira, em referência à Quinta-Feira Santa, quando, segundo a tradição cristã, Jesus instituiu a Eucaristia durante a Última Ceia.
Em Rio Branco, a tradição reúne centenas de voluntários todos os anos, que dedicam horas de trabalho para confeccionar os tapetes que se transformam em um dos símbolos mais conhecidos da celebração.

Em Rio Branco, a tradição reúne centenas de voluntários todos os anos, que dedicam horas de trabalho. — Matheus Mello/ContilNet
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