Construir uma empresa de comunicação no Acre nunca foi tarefa para os fracos. O ContilNet não nasceu dentro de um gabinete, nem foi criado para servir a grupos políticos ou interesses particulares. Nasceu do trabalho, da coragem de empreender e da convicção de que o Acre precisava de um veículo moderno, independente e comprometido com a informação.
Nada foi fácil.
Cada equipamento adquirido, cada profissional contratado, cada cobertura realizada e cada município alcançado representaram investimento, sacrifício e muita dedicação. Hoje, o ContilNet é fruto da inteligência e do esforço de dezenas de profissionais que, ao longo dos anos, ajudaram a construir uma marca respeitada dentro e fora do Acre.
Temos orgulho de dizer que ajudamos a movimentar a economia do estado. Geramos empregos, pagamos impostos e investimos continuamente em jornalismo e tecnologia. Isso também é compromisso social.
Mas é preciso dizer uma verdade que muita gente prefere ignorar: jornalismo profissional custa caro. Não existe empresa de comunicação sem receita. Não existe redação funcionando apenas com boas intenções. O combustível de qualquer empresa chama-se dinheiro, obtido de forma honesta, transparente e dentro da lei.
É justamente por sermos uma empresa séria que fazemos negócios apenas com quem deseja fazer negócios conosco. Nunca obrigamos ninguém a anunciar. Nunca condicionamos cobertura jornalística à publicidade. E jamais utilizaremos a informação como moeda de troca.
Há uma diferença enorme entre vender publicidade e vender a consciência. A primeira é uma atividade legítima. A segunda destrói qualquer veículo de comunicação.
Em períodos eleitorais, quando paixões se sobrepõem à razão, surgem também os que confundem jornalismo com militância e informação com perseguição. Não é, nunca foi e nunca será o nosso caminho.
No ContilNet não há espaço para profissionais que utilizem a profissão para intimidar, constranger ou pressionar quem quer que seja. Jornalista não pode ser extorquidor. Jornalista não pode transformar sua caneta em arma de vingança porque alguém recusou uma proposta comercial ou discordou de sua opinião.
Quem faz isso desrespeita a profissão e mancha o nome daqueles que exercem o jornalismo com dignidade.
Nossa linha editorial continuará sendo a mesma de sempre: reconhecer acertos, apontar erros, fiscalizar o poder público e dar voz à sociedade, independentemente de quem esteja no governo ou disputando uma eleição.
Errar faz parte da atividade jornalística. Persistir no erro, por interesse ou conveniência, não faz parte dos nossos valores.
Ao longo da nossa história, já enfrentamos pressões de todos os lados. Sobrevivemos porque nunca escolhemos o caminho mais fácil. Escolhemos o caminho da independência.
E independência tem um preço.
Às vezes ela desagrada governos. Em outras ocasiões incomoda opositores. Também contraria interesses econômicos e projetos pessoais. Mas é exatamente isso que garante nossa liberdade para continuar fazendo jornalismo.
O ContilNet não pertence a partidos. Não pertence a grupos políticos. Não pertence a governos.
Pertence à sua história, aos seus profissionais e, principalmente, aos milhares de leitores que, todos os dias, nos concedem aquilo que dinheiro nenhum compra: a confiança.
Essa confiança continuará sendo o nosso maior patrimônio. E ela jamais estará à venda.
