O senador Alan Rick, pré-candidato ao Governo do Acre, afirmou nesta quarta-feira (5) que o principal diferencial de sua candidatura em relação aos demais nomes da direita é a motivação que o levou a disputar o Palácio Rio Branco.
Durante sabatina promovida pelo ContilNet na Expoacre 2026, Alan foi questionado sobre o que diferencia seu projeto político das pré-candidaturas da governadora Mailza Assis, do prefeito Tião Bocalom e do médico Thor Dantas. Em resposta, disse que poderia permanecer no Senado até 2031, mas decidiu entrar na disputa após o que classificou como um “chamamento do povo”.
“Eu poderia estar no Senado, sou senador até 31 de janeiro de 2031. Mas aceitei esse desafio não por interesse pessoal, nem por estruturas de poder organizadas, mas simplesmente pelo clamor das pessoas”, afirmou.
Segundo o parlamentar, a decisão foi motivada pelo contato com a população durante o mandato, citando ações nas áreas da saúde, do esporte e da infraestrutura nos municípios acreanos.
Alan também destacou sua atuação no Senado, lembrando que presidiu a Comissão de Agricultura por dois anos e participou da aprovação de projetos relacionados ao licenciamento ambiental, mercado de carbono e políticas de doação de alimentos.
Segundo ele, fez questão de que a criança nascesse em Rio Branco, apesar dos riscos enfrentados pela esposa durante a gravidez.
“Eu queria que meu filho nascesse em Rio Branco. Minha esposa pegou Covid, quase morreu, e depois precisou ser levada para Brasília para receber um atendimento melhor. É por isso que eu luto tanto pela saúde, para que as pessoas não precisem sair do Acre para fazer tratamento”, declarou.
Ao concluir a resposta, Alan afirmou que esse sentimento de pertencimento ao estado é o que, na sua avaliação, diferencia sua pré-candidatura das demais que disputam o eleitorado de direita nas eleições de 2026.
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