A Câmara Municipal de Rio Branco analisou, nesta quinta-feira (28), uma série de vetos encaminhados pela prefeitura a projetos de lei aprovados pela Casa. Ao todo, sete matérias que estavam com a tramitação travada desde a semana passada entraram em votação, resultando em decisões que impactam diretamente diferentes setores da população.

Na Câmara, vereadores põem fim an impasse e decidem sobre vetos da prefeitura em projetos de lei. Foto: ContilNet
Entre os principais pontos da sessĂŁo, os vereadores derrubaram por unanimidade o veto integral ao Projeto de Lei nÂş 10/2025, de autoria do vereador LeĂ´ndo Castro, que cria o AuxĂlio Aluguel Social para mulheres vĂtimas de violĂŞncia domĂ©stica e familiar em situação de vulnerabilidade social no municĂpio. Com a rejeição do veto, a proposta avança para entrar em vigor.
TambĂ©m foi rejeitado por unanimidade o veto integral ao Projeto de Lei nÂş 42/2025, de autoria do vereador Fábio AraĂşjo, que garante prioridade no atendimento psicolĂłgico e terapĂŞutico a mĂŁes e pais atĂpicos na rede municipal.
Já em relação ao Projeto de Lei nº 09/2025, de autoria do vereador Eber Machado, que previa a meia-entrada em eventos culturais para garis, margaridas e merendeiras, o resultado foi apertado: 9 votos favoráveis contra 8 contrários à derrubada do veto. Como não houve maioria absoluta, o veto acabou sendo mantido.
Outra proposta de Eber Machado, o Projeto de Lei nÂş 20/2025, que proĂbe a inauguração de obras pĂşblicas inacabadas no municĂpio, tambĂ©m teve o veto mantido, com 12 votos.
Por fim, o plenário decidiu manter o veto parcial ao Projeto de Lei Complementar nº 06/2025, de autoria do mesmo vereador, que institui o Plano Municipal de Arborização Urbana de Rio Branco (PMRB). Foram 10 votos contrários à derrubada, garantindo a manutenção do veto.

