Dia do servidor
O presente de Natal que o prefeito recém reeleito, Marcus Alexandre, do PT, deu a 100 pais de família teve nome cruel: demissão. Uma só canetada colocou todo mundo na rua. Entre eles, muitos que foram às ruas, balançaram a bandeira e pediram votos para a reeleição na Capital. Com certeza esses servidores não têm o que comemorar nesta sexta-feira fatídica.
Estrago maior
E olha que Marcus Alexandre venceu as eleições. Já imaginou se tivesse perdido? O estrago seria bem maior. Pior que esses fatos vão se tornando como uma cortina de pano e escondendo o que a sociedade realmente quer saber: qual é o tamanho do rombo na Emurb? Quem será responsabilizado pelo desmando?
Nova explicação
O prefeito Marcus Alexandre nem explicou o rombo da Emurb e já surge uma nova denúncia: a aquisição através de pregão, pela Secretaria de Finanças, de combustível supostamente com sobrepreço, R$ 7,084 por litro. Responda, Marcus! Pessoal pra gostar de gasolina!
A lista de Tião
O que não saiu da promessa foi a lista de exonerados do Palácio Rio Branco. A coluna começa a acreditar de que essa foi mais uma estratégia apenas com o objetivo de enfraquecer as greves no Judiciário e da Saúde.
Supremo X greve
O Supremo considerou legítima nesta quinta-feira (27) a possibilidade de órgãos públicos cortarem o salário de servidores em greve desde o início da paralisação. Não poderá haver o corte nos casos em que a greve for provocada por conduta ilegal do órgão público, como, por exemplo, o atraso no pagamento dos salários. Com a decisão, a regra passa a ser o corte imediato do salário, assim como na iniciativa privada, em que a greve implica suspensão do contrato de trabalho.
Boa notícia
Mas os ministros abriram a possibilidade de haver reposição do pagamento se houver acordo para compensação das horas paradas. A decisão tem repercussão geral, devendo ser aplicada pelas demais instâncias judiciais em processos semelhantes.
Em foco
Juízes e desembargadores estiveram em foco esta semana que termina com o feriado do Servidor Público. O presidente do Senado, Renan Calheiros, chamou o juiz Vallisney de Oliveira de “juizeco” após a prisão de policiais legislativos acusados de atrapalhar as investigações na Operação Lava Jato. Ontem, o ministro Teori Zavascki suspendeu a Operação Métis, que prendeu os policiais. O ato ainda devolveu os equipamentos e documentos apreendidos.
Desarmonia
A presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministra Cármen Lúcia, entrou na briga ao afirmar que se sentiu ofendida com as declarações de Renan Calheiros. A maior autoridade do judiciário brasileiro ressaltou que trata com respeito os demais poderes e que qualquer questionamento às decisões deve ser feita por meio de recursos aos próprios tribunais.
Apaziguador
O presidente Michel Temer quer aproveitar a decisão de Teori e reunir os representantes dos três poderes. Por trás do “disse me disse” está clara a crise entre os três poderes, instalada, inegavelmente, desde o início da Operação Lava Jato.
Na terra de Galvez
Por aqui, o destaque da semana no judiciário, além da transformação em dissídio da greve dos servidores do judiciário, foram as declarações do presidente da Asmac, juiz Giordane Dourado, com relação ao uso da verba de auxílio moradia para pagamento de segurança particular.
Posicionamento
O posicionamento de Giordane ocorreu após a divulgação dos salários dos juízes e desembargadores e a afirmação de que, no Acre, 67% deles recebem acima do teto estabelecido pela constituição federal. Em todo o país é inexplicável os motivos que levam os juízes e os desembargadores se incomodarem tanto com a publicação de seus vencimentos.
Nenhuma novidade
O Acre foi o único Estado brasileiro que teve 100% das estradas federais com algum tipo de problema. Isso obriga os órgãos a trabalharem com projetos de curto prazo, evitando o fechamento das rodovias, e a médio prazo garantindo a manutenção.
Índio quer apito
Em Cruzeiro do Sul, os índios fecharam a BR-364, na Variante, exigindo mudanças na gestão dos recursos de saúde. Há muito se observa manchetes de má aplicação desses recursos em todo o Estado. O apito é válido. A rodovia foi liberada no final da tarde de quinta-feira (27).
Chá da tarde
O primeiro encontro do senador Gladson Cameli (PP) com a militância de oposição será em um chá da tarde, organizado pelo PMN e assessores do parlamentar. Cameli conversará com o chamado ‘núcleo duro’ de militantes oposicionistas. Será um ensaio muito bom para os debates que virão pela frente.
Visita inesperada
A coluna foi informada que a juíza da Vara de Execuções Penais, Luana Campos, fez uma visita surpresa na Penitenciária Francisco de Oliveira Conde na última quarta-feira (26). É esperar pelo relatório que a competente magistrada deverá produzir com base no que viu.
Frente fria
A frente fria anunciada pelo Friale permanece nessa sexta-feira. É uma boa notícia para quem depende das obras da BR-364 para trafegabilidade. Deve vim por ai o último período de estiagem do ano. As obras da modalidade CREMA ainda não foram anunciadas.
Reciclagem
Quer dizer que Tião Bocalom vai aos EUA se encontrar com o filósofo Olavo de Carvalho? Será que o democrata voltará com a mesma ideia de ser candidato a deputado federal? Duvido muito. Por outro lado, uma reciclagem nunca é demais.
E a Comissão, Heitor?
Fora o pedido do deputado Heitor Junior para que o governo do Acre invista mais em segurança e menos em publicidade, nada de concreto foi apresentado como providências para o clima de insegurança vivido na Capital. Será que estão esperando por uma nova rebelião ou pela execução de mais jovens?
Prorrogação à vista
Como a coluna adiantou, mais de 710 mil estudantes renovaram os contratos do Fundo de Financiamento Estudantil (Fies), de acordo com balanço do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE), até o início da tarde de quarta-feira (26). Isso é metade dos contratos esperados até o dia 31. Pedido de aditamento é feito inicialmente pelas instituições de Educação superior. Em seguida, os estudantes devem validar as informações inseridas pelas instituições no Sistema Informatizado do Fies (SisFies). O MEC ainda não ventilou possibilidade de prolongamento do prazo.
