Polícia disponibiliza WhatsApp anônimo e pede vídeos da morte de mulher na Cidade do Povo

A DHPP disponibilizou o número de WhatsApp para denúncias, (68) 99912-2964

Por Suene Almeida, ContilNet 25/03/2025 às 14:55
Uma coletiva de imprensa foi realizada para mais esclarecimentos sobre o caso/ Foto: ContilNet

A Polícia Civil do Acre segue investigando o assassinato de Yara Paulino da Silva, de 27 anos, ocorrido na última segunda-feira (24) em via pública, no conjunto habitacional Cidade do Povo.  Ela foi morta após supostos boatos de que teria assassinado sua própria filha, um bebê de aproximadamente três meses, e que o paradeiro ainda é desconhecido.

Durante coletiva de imprensa nesta terça-feira (25), o delegado responsável pelas investigações, Alcino Junior, fez um apelo para que testemunhas colaborem com as investigações, enviando possíveis imagens em vídeo do espancamento de forma anônima.

Polícia disponibiliza WhatsApp anônimo e pede vídeos da morte de mulher na Cidade do Povo

Uma coletiva de imprensa foi realizada para mais esclarecimentos sobre o caso/ Foto: ContilNet

“Quem tiver essas filmagens do espancamento, que até onde a gente tem conhecimento foi, boa parte dele em via pública, que nos encaminhe, seja de forma anônima, esse WhatsApp é anônimo, para que a gente possa entender melhor essa dinâmica do espancamento em si”, disse.

A Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) disponibilizou o número de WhatsApp para denúncias, (68) 99912-2964, que segundo o delegado, garante que as informações e registros do crime possam ser enviados de forma segura e sigilosa.

Polícia disponibiliza WhatsApp anônimo e pede vídeos da morte de mulher na Cidade do Povo

LEIA TAMBÉM: Delegados revelam detalhes sobre caso de mulher morta em via pública na Cidade do Povo

De acordo com o delegado Leonardo Ribeiro, que também atua no caso, as investigações apontam para participação da facção na morte de Yara, no entanto, devido o sigilo da investigação, não é possível revelar sobre possíveis suspeitos.

“Então, a gente já tem alguns suspeitos, não podemos afirmar que teriam executado a vítima, mas que estariam no local. Mas isso, por ser uma investigação sigilosa, a gente não poderia revelar agora e para também não atrapalhar o andamento das investigações. Mas com o que a gente já tem, podemos afirmar que seria membro de facção criminosa”, revelou.

Conteúdo Original / Fonte: Suene Almeida, ContilNet

Bloqueador de anuncios detectado

Por favor, considere apoiar nosso trabalho desativando a extensão de AdBlock em seu navegador ao acessar nosso site. Isso nos ajuda a continuar oferecendo conteúdo de qualidade gratuitamente.