PolĂ­cia Militar apura denĂșncia de estudante armado em escola da capital

Diante da gravidade da situação, as equipes policiais seguiram até a unidade de ensino

Por Ithamar Souza, ContilNet 21/05/2026 Ă s 17:08

Equipes do 2Âș BatalhĂŁo da PolĂ­cia Militar e do Programa Educacional de ResistĂȘncia Ă s Drogas e Ă  ViolĂȘncia (Proerd Acre) foram acionadas na tarde desta quinta-feira (21) para averiguar uma denĂșncia sobre um possĂ­vel estudante armado na Escola Paulo Freire, localizada no bairro Belo Jardim II, em Rio Branco.

Segundo informaçÔes repassadas Ă  polĂ­cia, o denunciante relatou ter sido alertado por colegas de que um aluno do 1Âș ano do ensino mĂ©dio poderia entrar armado na instituição antes do inĂ­cio das aulas, por volta das 13h. Apesar da denĂșncia, a identidade do suposto estudante nĂŁo foi informada Ă s autoridades.

Diante da gravidade da situação, as equipes policiais seguiram atĂ© a unidade de ensino, situada na regiĂŁo do Ramal da UniĂŁo, onde realizaram buscas preventivas e reforçaram o policiamento no local. ApĂłs averiguaçÔes, nenhuma arma de fogo, arma branca ou suspeito relacionado Ă  denĂșncia foi encontrado.

Mesmo sem a confirmação da informação inicial, a Polícia Militar permaneceu na escola realizando açÔes de monitoramento e segurança para garantir a tranquilidade de alunos, professores e demais funcionårios.

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A reportagem apurou que medidas de segurança previstas pela Secretaria de Estado de Educação (SEE), como a instalação de detector de metais na entrada da unidade, ainda não foram implementadas. Durante a presença da equipe no local, os dois portÔes da escola permaneciam abertos.

O diretor da instituição, Weliton Melo, informou que o protocolo de segurança ainda não foi colocado em pråtica porque a SEE não disponibilizou detector de metais nem profissionais capacitados para operar os equipamentos e realizar o controle de acesso.

FuncionĂĄrios da escola relataram preocupação com a vulnerabilidade da unidade e afirmaram que o local jĂĄ foi cenĂĄrio de ocorrĂȘncias graves, incluindo um homicĂ­dio na quadra esportiva e casos de roubo. Segundo os servidores, pessoas conseguem acessar facilmente o interior da escola pulando o muro da instituição.

Os trabalhadores tambĂ©m denunciaram a existĂȘncia de uma carta contendo ameaças atribuĂ­das a criminosos direcionadas a funcionĂĄrios da unidade escolar.

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