TJ nega anulação de júri de policial penal condenado por morte na Expoacre

O agente foi condenado pelos crimes de homicídio qualificado, lesão corporal e importunação sexual

Por Redação ContilNet 22/05/2026 às 08:01 Atualizado: há 3 horas

Por decisão unânime, a Câmara Criminal do Tribunal de Justiça do Acre rejeitou o recurso apresentado pela defesa do policial penal Raimundo Nonato Veloso Neto e manteve a condenação de quase 20 anos de prisão em regime fechado.

Ele foi condenado pelos crimes de homicídio qualificado, lesão corporal e importunação sexual. O caso teve como vítima Weslei Santos da Silva, morto após ser baleado durante uma briga registrada em agosto de 2023.

Os advogados do policial tentavam anular o julgamento realizado pelo Tribunal do Júri. A defesa alegou que a decisão dos jurados não combinava com as provas do processo e apontou contradições no resultado da sessão.

Ao analisar o pedido, os desembargadores entenderam que o júri agiu dentro da lei e decidiu com base nas versões apresentadas durante o julgamento. Com isso, a pena de 19 anos e 10 meses foi mantida.

Segundo as investigações, além do assassinato de Weslei, o policial também foi acusado de cometer agressões e importunação sexual contra a companheira da vítima durante a confusão.

Após o crime, Raimundo Nonato foi preso em flagrante. Ele chegou a responder em liberdade, mas voltou para a prisão depois de uma decisão da Justiça atendendo a um pedido do Ministério Público do Acre.

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