A ignorância contra a vacina está enchendo os hospitais do Acre

Graças às vacinas, doenças que matavam milhares de pessoas foram controladas ou praticamente eliminadas

Por Wania Pinheiro, ContilNet 05/06/2026 às 14:14
Os hospitais lotam. As unidades de saúde vivem pressionadas. —Foto: Odair Leal

Há algo que precisa ser dito de forma clara e sem rodeios: a queda da vacinação no Acre é uma vergonha.

Não faltam postos de saúde. Não faltam campanhas. Não faltam profissionais alertando diariamente sobre os riscos de doenças que poderiam ser evitadas com uma simples vacina. O que está faltando, em muitos casos, é responsabilidade.

Nasci em uma época em que ninguém discutia vacina. Pais e mães levavam seus filhos para os postos de saúde porque sabiam que aquilo significava proteção. As filas eram enormes. Milhões de brasileiros enfrentavam horas de espera para receber suas doses. Até a famosa vacina aplicada com aquela pistola metálica, que assustava muita gente, era encarada com naturalidade porque todos entendiam sua importância.

Hoje, infelizmente, vemos um cenário diferente. Cresceu a desinformação. Cresceram as teorias sem fundamento. Cresceu a falsa sensação de que as doenças desapareceram sozinhas. E o resultado está diante dos nossos olhos.

Os hospitais lotam. As unidades de saúde vivem pressionadas. Casos graves de gripe, pneumonia, tuberculose e outras enfermidades continuam surgindo e exigindo atendimento, internações e gastos públicos cada vez maiores.

Enquanto isso, milhares de pessoas permanecem sem se vacinar.

É inacreditável que, em pleno século XXI, quando a ciência já comprovou inúmeras vezes a eficácia das vacinas, ainda existam pais que deixam de proteger seus próprios filhos. É uma decisão que não coloca apenas uma criança em risco. Coloca em risco toda a comunidade.

Vacina não é questão ideológica. Não é questão política. Não é questão de opinião. É uma questão de saúde pública.

A medicina evoluiu justamente porque a humanidade passou a confiar no conhecimento científico. Graças às vacinas, doenças que matavam milhares de pessoas foram controladas ou praticamente eliminadas. Quando a cobertura vacinal cai, essas doenças voltam a circular.

A conta dessa irresponsabilidade acaba recaindo sobre todos. Sobre os profissionais de saúde que trabalham sob pressão. Sobre os hospitais que ficam superlotados. Sobre os cofres públicos que precisam gastar milhões tratando doenças que poderiam ser evitadas. E, principalmente, sobre famílias que sofrem ao ver parentes internados por problemas que talvez jamais tivessem acontecido se a vacinação estivesse em dia.

Já passou da hora de cada cidadão fazer sua parte.

Quem está com a carteira de vacinação atrasada deve procurar imediatamente uma unidade de saúde. Quem tem filhos precisa entender que protegê-los é uma obrigação, não uma escolha opcional.

A ciência já fez a sua parte. Os profissionais de saúde fazem a deles todos os dias.

Agora é a população que precisa acordar.

Porque nenhuma vacina funciona dentro da geladeira do posto de saúde.

Há algo que precisa ser dito de forma clara e sem rodeios: a queda da vacinação no Acre é uma vergonha.

Não faltam postos de saúde. Não faltam campanhas. Não faltam profissionais alertando diariamente sobre os riscos de doenças que poderiam ser evitadas com uma simples vacina. O que está faltando, em muitos casos, é responsabilidade.

Nasci em uma época em que ninguém discutia vacina. Pais e mães levavam seus filhos para os postos de saúde porque sabiam que aquilo significava proteção. As filas eram enormes. Milhões de brasileiros enfrentavam horas de espera para receber suas doses. Até a famosa vacina aplicada com aquela pistola metálica, que assustava muita gente, era encarada com naturalidade porque todos entendiam sua importância.

Hoje, infelizmente, vemos um cenário diferente. Cresceu a desinformação. Cresceram as teorias sem fundamento. Cresceu a falsa sensação de que as doenças desapareceram sozinhas. E o resultado está diante dos nossos olhos.

Os hospitais lotam. As unidades de saúde vivem pressionadas. Casos graves de gripe, pneumonia, tuberculose e outras enfermidades continuam surgindo e exigindo atendimento, internações e gastos públicos cada vez maiores.

Enquanto isso, milhares de pessoas permanecem sem se vacinar.

É inacreditável que, em pleno século XXI, quando a ciência já comprovou inúmeras vezes a eficácia das vacinas, ainda existam pais que deixam de proteger seus próprios filhos. É uma decisão que não coloca apenas uma criança em risco. Coloca em risco toda a comunidade.

Vacina não é questão ideológica. Não é questão política. Não é questão de opinião. É uma questão de saúde pública.

A medicina evoluiu justamente porque a humanidade passou a confiar no conhecimento científico. Graças às vacinas, doenças que matavam milhares de pessoas foram controladas ou praticamente eliminadas. Quando a cobertura vacinal cai, essas doenças voltam a circular.

A conta dessa irresponsabilidade acaba recaindo sobre todos. Sobre os profissionais de saúde que trabalham sob pressão. Sobre os hospitais que ficam superlotados. Sobre os cofres públicos que precisam gastar milhões tratando doenças que poderiam ser evitadas. E, principalmente, sobre famílias que sofrem ao ver parentes internados por problemas que talvez jamais tivessem acontecido se a vacinação estivesse em dia.

Já passou da hora de cada cidadão fazer sua parte.

Quem está com a carteira de vacinação atrasada deve procurar imediatamente uma unidade de saúde. Quem tem filhos precisa entender que protegê-los é uma obrigação, não uma escolha opcional.

A ciência já fez a sua parte. Os profissionais de saúde fazem a deles todos os dias.

Agora é a população que precisa acordar.

Porque nenhuma vacina funciona dentro da geladeira do posto de saúde.

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