O Arquivo 068, quadro especial do ContilNet dedicado a histórias de crimes, mistérios e lendas urbanas do Acre, apresenta neste sábado (27) um relato que promete prender a atenção do público do início ao fim. O episódio conta a história de um morador de Rio Branco que afirma ter vivido uma experiência inexplicável durante uma noite chuvosa na capital acreana.
Identificado apenas como Gilson, o homem relata que caminhava pela região da Sobral, bairro onde mora há mais de 20 anos, quando decidiu cortar caminho por uma rua conhecida. No entanto, segundo ele, após uma sequência de oscilações na iluminação pública, uma viela desconhecida surgiu no trajeto.
De acordo com o relato, o local era completamente diferente de tudo o que existe na região. Enquanto a chuva continuava caindo nas ruas ao redor, dentro da estreita passagem não havia uma única gota. As casas, antigas e aparentemente abandonadas, tinham aspecto sombrio, com janelas quebradas e portas que rangiam sozinhas.
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O momento mais perturbador, segundo Gilson, aconteceu quando ele avistou, na janela de uma das casas, a figura de sua mãe, falecida havia cinco anos. Ela sorria e o chamava para entrar, mas algo chamava a atenção: seus olhos eram totalmente pretos e ela segurava um jarro com um líquido alaranjado que parecia se mover sozinho.
Quando acreditava estar prestes a entrar na residência, Gilson afirma ter ouvido uma vizinha chamando seu nome do lado de fora da viela. Ele correu em direção à voz e, ao retornar para a rua iluminada, percebeu que a passagem havia desaparecido. No lugar onde antes havia casas antigas e a figura da mãe, restava apenas um muro molhado pela chuva.
Ainda segundo o relato, a vizinha teria feito uma revelação inquietante: “Você não foi o primeiro que eu tirei dali”.

