Com a presença de um grupo de aprovados no cadastro de reserva da PolĂcia Civil no salĂŁo da Assembleia Legislativa do Acre (Aleac), o deputado Gehlen Diniz (PP) defendeu o Governo do Estado diante da situação da convocação dos jovens.
Ele acredita que Galdson está fazendo o que Ă© possĂvel, e o maior culpado Ă© o ex-governador TiĂŁo Viana (PT), que fez o concurso. “Dentro da legalidade, na medida do possĂvel, o governador tem que contratar sim. Agora aos meus colegas, que faziam parte do governo anterior que fez o concurso e nĂŁo contratou nenhum, vem aqui como donos da justiça, nĂŁo tem moral nenhuma”, explicou.
Gehlen disse que seus colegas de oposição ao Governo estĂŁo usando o problema para fazer polĂtica.
“EstĂŁo aqui usando vocĂŞs, nĂŁo se deixem usar como modelo de troca polĂtica. NĂŁo estou aqui contra a convocação, já fiz pelo menos 40 concursos, fui aprovado em alguns e sei a dificuldade e abdicação, e ser aprovado e nĂŁo convocado traz uma frustração, mas essa frustração começou lá atrás no outro governo”, falou.
Pedindo uma parte da fala de Gehlen, Edvaldo Magalhães (PCdoB) declarou que o problema existente hoje tem como culpado Galdson, já que foi ele que prometeu ainda em campanha a convocação.
“Quero lembrar de dois episĂłdios. O primeiro quando o entĂŁo governador TiĂŁo Viana publicou o edital do concursos, o Tribunal de Contas foi para cima, e ele enfrentou e garantiu os concursos da PM e Civil; o segundo foi o seu governador que prometeu convocar todos. Assinou documento dizendo que ia convocar todos, entĂŁo quem está enganado e usou na campanha e depois esqueceu, chama-se Gladson. O que estamos fazendo aqui Ă© defendendo esses jovens, quem nĂŁo quiser defendĂŞ-los, nĂŁo precisa, mas nĂŁo venha dizer que estamos fazendo politicagem”, asseverou.
Segundo Gehlen, Edvaldo faltou com a verdade e no governo petista o funcionalismo pĂşblico nĂŁo recebia os salários em dia e os militares nĂŁo tinham sequer uniforme. “NĂŁo estou dizendo que esse governo Ă© melhor do mundo. Mas comparado ao outro governo, Ă© muito melhor. Tenho fĂ© em um acordo possĂvel”, destacou.

