Prefeitura aciona jurídico em meio à greve da Educação em Rio Branco

Apesar da continuidade das negociações, Alysson Bestene confirmou que a prefeitura já iniciou medidas jurídicas

Por Suene Almeida, ContilNet 26/05/2026 às 11:45
Segundo o gestor, a proposta apresentada pela prefeitura inclui reajuste linear de 5% para todas as categorias. — Foto: Reprodução

O prefeito de Alysson Bestene afirmou nesta terça-feira (26) que a Prefeitura de Rio Branco segue em negociação com os servidores da Educação, mas confirmou que o município já acionou o setor jurídico diante da continuidade da greve na rede municipal.

Apesar da continuidade das negociações, Alysson Bestene confirmou que a prefeitura já iniciou medidas jurídicas para tentar garantir a retomada das aulas e evitar prejuízos à população.

“Iniciamos o processo, até porque a população não pode ser penalizada. A prefeitura jamais vai deixar que a nossa população seja prejudicada com a falta de aula”, declarou.

Segundo o gestor, a proposta apresentada pela prefeitura inclui reajuste linear de 5% para todas as categorias, além da adequação do piso para servidores que recebem salário mínimo, no valor de R$ 1.621. Alysson destacou que a oferta está acima da inflação e dentro das condições orçamentárias do município.

“O diálogo não parou e nem foi finalizado. A mesa continua aberta. A gente apresentou uma proposta que cabe dentro do orçamento da prefeitura e seguimos abertos para continuar negociando futuramente, conforme o crescimento das receitas do município”, afirmou.

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O prefeito ressaltou ainda que novas formas de valorização, como auxílio ou abono, poderão ser discutidas futuramente, mas disse que, neste momento, a gestão não tem condições financeiras de ampliar a proposta apresentada.

Ainda de acordo com o prefeito, caso não haja avanço nas negociações com definição de cronograma para encerramento da greve, o município poderá recorrer à Justiça para estabelecer um calendário de retorno das atividades.

“A gente já iniciou com a petição para que, se não houver possibilidade de negociação com cronograma, a Justiça possa criar esse calendário”, completou.

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