Há 76 anos, os grandes cassinos fechavam suas portas no Brasil. O decreto foi assinado pelo, na época, recém-empossado presidente da república Eurico Gaspar Dutra. A medida pegou de surpresa a população, deixando, inclusive, milhares de trabalhadores sem emprego.
Hoje em dia, a legalização dos jogos de azar no Brasil é um tema polêmico e que divide a opinião pública. Enquanto alguns defendem que a legalização trará mais controle sobre o jogo ilegal e aumentará a arrecadação de impostos, outros argumentam que isso incentivará o jogo compulsivo.
No entanto, existem benefícios claros para a legalização dos jogos de azar, como a geração de empregos, por exemplo. Diante disso, este artigo irá abordar os principais benefícios que a legalização dos jogos de azar pode trazer para o Brasil.
O que são jogos de azar?
Jogos de azar são aqueles em que o resultado não é determinado pelas habilidades dos jogadores, mas sim pelo acaso. Isso significa que qualquer pessoa pode ganhar – ou perder – em qualquer momento, independentemente do seu nível de habilidade. Alguns exemplos de jogos de azar são as loterias e jogos de cassinos.
Os jogos de azar estão entre as atividades humanas mais antigas. Praticados em todas as culturas, esses jogos podem ser simples ou sofisticados, porém o objetivo é sempre o mesmo: ganhar dinheiro apostando.
Apesar de serem conhecidos e populares em todo o mundo, os jogos de azar ainda são controversos. Alguns argumentam que eles são uma forma de entretenimento inocente, enquanto outros acreditam que eles podem ser perigosos e prejudiciais.
Entenda melhor a seguir!
Os benefícios da legalização dos jogos de azar
Durante anos, a discussão em torno da legalização dos jogos de azar tem sido um tema quente, com opiniões divididas. Mas, afinal, qual é a verdadeira questão? Existe alguma razão moral para mantermos essa atividade ilegal?
Não há dúvida de que a legalização dos jogos de azar trará benefícios financeiros para o governo. Mas esses não devem ser os únicos motivos para a mudança. Há outros benefícios que precisam ser considerados. Conheça alguns:
Diminuição do vício
Muitos dos argumentos contra a legalização dos jogos de azar estão baseados em preocupações morais. Há o temor de que a legalização possa estimular ainda mais o vício em jogos, o que trará consequências negativas para a sociedade. Mas será que isso é mesmo verdade?
A ciência mostra que a legalização não leva necessariamente a um aumento no número de viciados. Pelo contrário, a legalização dos jogos de azar poderia até ajudar a reduzir o número de pessoas que se tornam viciadas.
Isso acontece porque, quando os jogos de azar são ilegais, as pessoas tendem a jogar de forma clandestina, o que aumenta os riscos de apostar mais do que o necessário. Já quando os jogos são legalizados, as pessoas jogam em locais seguros, com regras claras e sem o risco de serem roubadas ou enganadas.
Combate ao crime organizado
Outro benefício da legalização é a redução do crime organizado relacionado ao jogo ilegal. Isso porque a ilegalidade dos jogos de azar dá espaço para a existência dessas organizações criminosas que lucram em cima das práticas de jogo ilegal.
Geração de Empregos
A legalização dos jogos de azar também pode gerar empregos. Segundo um estudo da Universidade de Oxford, a legalização pode criar até mil empregos na área de turismo e hospedagem, por exemplo.
Impostos voltados para investimentos
Além disso, a legalização também gera receita para o Estado, já que os jogadores precisam pagar impostos sobre os seus ganhos. Essa receita extra pode ser usada para investir em saúde, educação, etc.
Portanto, os benefícios da legalização dos jogos de azar vão além dos benefícios financeiros. Assim, apesar das preocupações morais, é hora de nos concentrarmos nos benefícios da legalização e deixar de lado certos preconceitos.
Mundo online: uma alternativa para os apostadores brasileiros
No Brasil, muitas pessoas são aficionadas por jogos de azar, seja nas loterias, cassinos e apostas esportivas. O país tem um histórico de jogos, que remonta a épocas coloniais, quando o jogo era permitido apenas para a nobreza. Com o tempo, no entanto, o jogo se tornou mais acessível para todas as classes sociais.
Nos últimos anos, com o avanço da tecnologia, os jogos de azar têm ganhado cada vez mais espaço na internet. Os cassinos online, por exemplo, se tornaram uma alternativa para aqueles que não têm acesso a um cassino físico.
Assim sendo, com a dificuldade de fiscalização no meio digital, é muito mais fácil realizar apostas e até mesmo conferir resultados online. Para quem aposta no jogo do bicho, por exemplo, é possível verificar resultados de bancas, como a banca Confiança resultado de hoje, diretamente da tela do computador ou celular.
A era das casas de apostas online
Possivelmente, você já ouviu falar das casas de apostas, não é? Existem muitas razões pelas quais as casas de apostas esportivas são tão populares no Brasil. Em primeiro lugar, o futebol é o esporte mais popular no país, com milhões de brasileiros assistindo aos jogos todos os fins de semana.
Com isso, as casas de apostas online oferecem aos apostadores a chance de ganhar dinheiro com os seus conhecimentos esportivos. Como o futebol brasileiro é tão popular, as pessoas tendem a ter um bom conhecimento sobre os jogadores e equipes, o que lhes dá uma boa vantagem ao apostar.
Mas aí vem a pergunta “é permitido apostar em casas de apostas esportivas?” E a resposta é: sim! É permitido! Isso porque em 2018, o então presidente Michel Temer, autorizou que as empresas de apostas esportivas operassem no Brasil.
Isso somente foi possível porque as grandes casas de apostas que vemos pela internet, são sediadas em outros países, como o Reino Unido, por exemplo. Sendo assim, quando você realiza apostas nestas plataformas, é como se estivesse apostando fora do território brasileiro.
Por fim, é possível entender o porquê da popularidade das casas de apostas esportivas no Brasil. Afinal, além do futebol, também oferecem aos seus clientes a oportunidade de apostar em diferentes esportes como o basquete, o vôlei, o tênis e muitos outros.

