Somente na semana passada, uma das redes sociais mais influentes do mundo demitiu metade de sua força de trabalho; perturbou anunciantes poderosos; expandiu aspectos-chave de seu produto, lançou e deslançou repetidamente outros recursos destinados a compensá-lo e testemunhou um êxodo de executivos sêniores.
As oscilações selvagens no Twitter só pareceram acelerar na quinta-feira (10) com mais saídas de executivos, caos crescente sobre contas falsas e verificadas e uma repreensão pública incomum do governo dos EUA.
O Twitter agora parece estar no limite, um ponto que o próprio Elon Musk pareceu admitir na quinta-feira (10) ao dizer aos funcionários que a falência pode estar no horizonte, embora não seja a primeira vez que Musk faz um alerta sobre a falência de uma de suas empresas.
