Em prisão domiciliar nos Estados Unidos acusado de receber propina, na venda dos direitos para transmissões de competições esportivas, Jose Maria Marin renunciou, de fato, a vice-presidência da CBF, o desligamento foi feito por meio de uma carta enviada ao presidente da entidade, Marco Polo Del Nero. A confirmação do documento veio através de fontes ligadas a Confederação, e ao próprio Marin.
Há dois problemas na carta feita por Marin: 1º ele estava proibido de se dirigir a qualquer cartola da CBF ou à própria entidade neste período; 2º, federações do Nordeste questionam como a entidade pode ter marcado uma eleição para substituí-lo sem ter recebido o documento original..
Mais como o original do referido documento ainda não chegou à entidade máxima do futebol nacional, as federações do Nordeste abrem questionamento porque que a CBF, marcou uma eleição para a escolha do substituto, do ex-presidente na vice-presidência, já que os cartolas alegam o não recebimento do documento original constatando a renuncia de Jose Maria Marin.