
Psica afirma que em nenhum momento foi provocar os colegas adversários
A confusão no Estádio Florestão durante a partida entre Atlético Acreano e Gálvez no último sábado (26) continua pegando fogo. Segundo o principal pivô de toda confusão, o meia Luiz Henrique, Psica do Galo, em nenhum momento foi provocar os colegas adversários. “Fui apenas comemorar o meu gol com a torcida que fica embaixo das cabines de rádio. Nesse momento escorreguei e os atletas do Gálvez vieram para me agredir, achando que estava provocando eles” disse Luiz Henrique para a Contilnet.
O meia fez o quarto gol do Galo na vitória em cima do Imperador. A vitória garantiu a classificação da equipe para o Campeonato Brasileiro da Série D.
“É o calor da partida, era muita emoção, não fui tirar onde com ninguém, não desrespeitei ninguém, só escorreguei na hora de comemorar e ai já vieram me agredir”, disse Psica.
A confusão foi generalizada com a chegada dos policiais que estavam no estádio.
Com a atitude, o meia foi expulso pelo árbitro da partida. O jogador admite que errou, mas critica a arbitragem pela atitude e acusa dois atletas do Gálvez de tê-lo chutado quando estava no chão: o zagueiro Eudinho e os meias Douglas e Léo os referidos atletas também foram expulsos pelo árbitro Ronne Casas.
Psica disse que toda a confusão já foi superada. “Agora é torcer por meus colegas que estarão em campo contra o Rio Branco e, claro, conquistar o titulo do primeiro turno no próximo sábado. Já passou, a discussão ficou dentro do campo, e agora é trabalhar pensando na decisão” finalizou Psica.
