O Estádio Azteca consolidou mais uma vez seu nome na antologia do futebol mundial ao abrigar uma das mais diversas e concorridas cerimônias de abertura da história das Copas do Mundo. Na tarde desta quinta-feira (11), o icônico templo do futebol na Cidade do México transformou-se em um imenso palco multicultural para receber um elenco de estrelas da música global, combinando o tradicional cancioneiro mexicano com os ritmos contemporâneos que dominam as paradas internacionais.
O espetáculo coreográfico e musical serviu como o cartão de visitas oficial do torneio de 2026, projetando a identidade dos três países organizadores (México, Estados Unidos e Canadá) antes de a bola rolar para o confronto de estreia entre a seleção mexicana e a África do Sul.

Estádio Azteca vira palco de festival pop global em festa de abertura da Copa/ Foto: Globo
A espinha dorsal da apresentação festiva apostou firmemente na força da cultura hispânica, inflamando as arquibancadas lotadas do Azteca. A cantora colombiana Shakira, veterana em trilhas sonoras e apresentações da Fifa, liderou o bloco de performances com uma exibição eletrizante, acompanhada pelo compatriota J Balvin, um dos maiores expoentes do reggaeton moderno.
A nova geração da música caribenha e urbana também marcou território com a energia e os vocais do venezuelano Danny Ocean.
Ampliando as fronteiras geográficas do show para além das Américas, a organização da Copa do Mundo trouxe à Cidade do México os principais expoentes da música africana atual, cujo impacto mercadológico transformou a indústria fonográfica global.

Cerimônia une o rock do Maná, o reggaeton de J Balvin e o pop de Tyla para celebrar o início da maior edição da história dos Mundiais/ Foto: Globo
O cantor nigeriano Burna Boy e a estrela sul-africana Tyla injetaram as batidas do afrobeat e do amapiano na estrutura do espetáculo. As performances dos artistas africanos dialogaram diretamente com a proposta de inclusão e conexão global desenhada pela organização do Mundial para esta fase expandida do campeonato.
O mosaico de atrações somou-se à apresentação do hino oficial “DNA”, conduzido pelo tenor Andrea Bocelli e pela cantora sul-coreana Ejae, fechando o protocolo artístico e abrindo caminho para o início oficial do maior evento esportivo do planeta.
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